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A Blue Origin, empresa de exploração espacial de Jeff Bezos, tem um projecto ávido para lançar uma rede de satélites de informação chamada TeraWave. Criado para competir com a Starlink, braço da SpaceX, de Elon Musk, o projeto quer oferecer internet via satélite.
O TeraWave será uma constelação com 5.408 satélites posicionados em órbitas baixa e média da Terreno. O grande diferencial prometido é a velocidade: a rede poderá entregar até 6 terabits por segundo (tbps), o que é extremamente rápido e superior às velocidades atuais de mercado.
Os planos da Blue Origin de Bezos para fabricar a TeraWave, rival da Starlink de Musk
Para inferir essa performance toda, a Blue Origin planeja usar dois tipos de satélites:
- 5.280 satélites em trajectória baixa (LEO): focados em conexões de 144 gbps;
- 128 satélites em trajectória média (MEO): que utilizam lasers ópticos para transmitir dados a 6 tbps.
A implantação dos satélites está prevista para estrear no último trimestre de 2027. O sucesso dessa missão depende do foguete New Glenn, da própria Blue Origin. Esse foguete é reutilizável, tecnologia principal para tornar os lançamentos frequentes e financeiramente viáveis. Em novembro de 2025, o New Glenn completou sua segunda missão, na qual transportou sondas da NASA. O foguete posicionou as naves numa trajectória de espera, de onde elas devem partir rumo a Marte em 2026. O sucesso da missão provou que a Blue Origin consegue pousar o propulsor do foguete posteriormente o lançamento.
Dissemelhante da Starlink, que tem milhões de “clientes pessoas”, o TeraWave foca num público mais restrito e especializado. O objetivo é atender muro de 100 milénio clientes. Entre eles, estariam grandes empresas, governos e data centers. Ou seja, clientes que precisam mourejar com volumes gigantescos de informação. Para o consumidor geral, Bezos já possui outro projeto por meio da Amazon, chamado Leo (velho Project Kuiper). Levante foca em internet para residências.
Embora o proclamação dos planos da Blue Origin seja impactante, a SpaceX ainda detém uma vantagem considerável. Finalmente, tem mais de dez milénio satélites em trajectória e anos de experiência em pousos verticais de foguetes. Por outro lado, a Blue Origin está apostando na urgência crescente de processamento de dados puxada pelo boom da lucidez sintético (IA). O projecto é ocupar esse espaço se posicionando uma vez que a próxima fronteira para infraestrutura de força e dados.
Além dos bilionários americanos, potências uma vez que China, Japão e a União Europeia têm rápido seus próprios projetos de constelações de satélites e foguetes reutilizáveis. Assim, a trajectória terrestre deve virar um grande canteiro de obras tecnológico num horizonte não muito distante.
(Essa material usou informações de BGR.)
Natividade: Olhar Do dedo
