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sexta-feira, fevereiro 20, 2026

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NASA fecha teste de foguete com astronautas à Lua

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Nesta quinta-feira (19), a NASA executou pela segunda vez um teste crucial para a Artemis 2 – a missão histórica vai levar a humanidade à trajectória da Lua novamente em seguida mais de meio século – o chamado “experiência universal molhado”.

Esse teste simulou praticamente todo o processo de decolagem, mas sem acionar os motores. O objetivo era verificar se o foguete, os sistemas de fornecimento e a invólucro Orion funcionam de forma integrada e segura.

Foguete SLS, da missão Artemis 2, posicionado na plataforma de lançamento, na Flórida. Crédito: NASA

Durante o experiência, as equipes reproduziram a narração regressiva porquê se fosse um lançamento real, com o cronômetro avançando até poucos segundos antes da ignição.

No início do mês, a primeira tentativa enfrentou dificuldades técnicas. Vazamentos no fornecimento de hidrogênio líquido interromperam a simulação, que acabou sendo suspensa. Em seguida análises e ajustes, engenheiros revisaram conexões e reforçaram procedimentos para evitar novos problemas.

Desta vez, houve somente uma anomalia na tensão do sistema de aviônica do foguete facilitar, corrigida sem grandes problemas, permitindo que a narração fosse reiniciada.

Artemis 2: o que foi testado

  • A segmento mais sensível do experiência desta quinta-feira (19) começou por volta das 22h30 (horário de Brasília), nos instantes finais antes da decolagem simulada;
  • Nesse momento, os sistemas foram testados sob as condições mais próximas de um lançamento real;
  • A sequência durou muro de quatro horas e incluiu o carregamento de aproximadamente 3,18 milhões de litros de oxigênio e hidrogênio líquidos no foguete Space Launch System (SLS);
  • O fornecimento, no entanto, começou às 13h, muro de dez horas antes dessa lanço decisiva;
  • Essa é uma das fases mais delicadas da operação, porque o hidrogênio líquido precisa ser mantido a temperaturas extremamente baixas. Qualquer pequeno vazamento pode interromper o processo para inspeção e ajustes, porquê ocorreu no experiência anterior.
A invólucro Orion, onde os astronautas vão viajar para a Lua, está acoplada ao lançador SLS. Crédito: NASA

A invólucro Orion também participou do procedimento. Ela foi ligada, teve suas baterias carregadas e passou por checagens de vedação, exatamente porquê ocorrerá no dia do lançamento. Uma válvula relacionada à pressurização da escotilha foi substituída recentemente e passou por novo aperto em seguida ajustes detectados no teste anterior.

Nos minutos finais da simulação, a atenção se concentrou nos últimos dez minutos da narração regressiva. O cronômetro avançou até T-1 minuto e 30 segundos. Em seguida, foi feita uma pausa de muro de três minutos, lanço prevista nos protocolos oficiais.

Em um lançamento real, se a interrupção insistir menos de três minutos, a narração pode continuar normalmente. Caso ultrapasse esse tempo, o relógio retorna para T-10 minutos. Esse procedimento foi repetido no primeiro e no segundo experiência para prometer que funcione sem falhas.

Depois disso, a narração avançou até T-33 segundos e foi pausada outra vez. Em seguida, o sistema reiniciou para dez minutos antes da decolagem e toda a sequência foi repetida. A teoria é treinar a equipe para mourejar com diferentes cenários, incluindo imprevistos de última hora.

Uma vez que o teste correu porquê se esperava, a dependência pode lançar a missão no dia 6 de março. Também estão reservadas datas alternativas nos dias 7, 8, 9 e 11, caso as condições técnicas ou climáticas exijam ajustes no calendário.

Leia mais:

Conheça a tripulação que será lançada à Lua pela NASA 

A missão Artemis 2 será o primeiro voo tripulado do novo programa de exploração lunar da NASA, um passo necessário para levar astronautas de volta à superfície da Lua pela primeira vez desde 1972 – um tanto previsto para sobrevir futuramente, com a Artemis 3. 

Composta por quatro membros, a tripulação da Artemis 2 vai sobrevoar a Lua a bordo da invólucro Orion, com o objetivo de testar sistemas e prometer que toda a infraestrutura humana e tecnológica esteja pronta para as próximas fases do programa. Integram a Artemis 2 os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch (todos da NASA) e Jeremy Hansen (da Filial Espacial Canadense). Saiba mais sobre eles cá. 

A missão histórica prevê recordes. A tripulação deve compreender a maior intervalo já percorrida por seres humanos no espaço. No retorno à Terreno, a nave deverá atingir velocidades elevadas, o que pode torná-los os humanos mais rápidos já enviados ao espaço. Com duração prevista de dez dias, o voo permitirá observar regiões da Lua nunca vistas diretamente por pessoas. Outrossim, será a primeira vez que uma pessoa negra e uma mulher viajarão tão longe no espaço.

Artemis 1 teve quatro testes de fornecimento

Caso ocorram novos adiamentos, as datas passarão a ser avaliadas diariamente, de combinação com resultados técnicos e climáticos. Na missão não tripulada Artemis 1, quatro ensaios tiveram de ser repetidos devido a vazamentos e falhas, que obrigaram o retorno do SLS ao prédio de montagem em três ocasiões.

Enquanto isso, a tripulação da missão Artemis 2 segue em quarentena em Houston, no Texas. A NASA avalia o momento adequado para o deslocamento dos astronautas até a Flórida, respeitando protocolos de saúde e segurança.

Durante o período de insensível intenso, a espaçonave Orion permaneceu ligada, com aquecedores ajustados para proteger sistemas sensíveis. A dependência, que mantém uma transmissão ao vivo permanente do foguete na plataforma, divulgará atualizações em tempo real sobre o teste.


Manancial: Olhar Do dedo

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