A falta de consultas oftalmológicas regulares pode levar ao tardada no diagnóstico e, consequentemente, no tratamento de doenças oculares graves e irreversíveis, incluindo glaucoma, catarata, retinopatia diabética, degenerações e mesmo tumores. O alerta é do Juízo Brasílio de Oftalmologia (CBO).
Em nota, a entidade alerta que, sem as chamadas consultas regulares, onde o paciente passa por exames preventivos, o risco aumenta, enquanto o diagnóstico tardio reduz as chances de trato ou de triunfo nos tratamentos oftalmológicos.
De convénio com o CBO, a primeira consulta do bebê deve ocorrer entre os 6 meses e o primeiro ano de vida, com o objetivo de detectar e tratar qualquer nequice no desenvolvimento visual da garoto. Uma novidade consulta deve ser entre os 3 e os 6 anos.
Adolescentes de 12 a 18 anos também devem passar por avaliação oftalmológica completa enquanto adultos a partir dos 40 anos devem agendar consultas anuais. “Em caso de diagnóstico de doenças, a periodicidade necessária deve ser determinada pelo médico oftalmologista”, completou a entidade.
Entre os fatores de risco para problemas de visão a serem relatados durante as consultas estão a presença de doenças crônicas uma vez que diabetes, hipertensão e condições reumatológicas, além do histórico familiar de qualquer tipo de transtorno ocular.
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Encontro
A partir desta quarta-feira (27), o CBO realiza o 69º Congresso Brasílio de Oftalmologia, em Curitiba. O evento deve reunir especialistas, pesquisadores e representantes de inovações tecnológicas recentes voltadas para a saúde ocular. O encontro segue até o próximo sábado (30).
*A repórter viajou a invitação do Juízo Brasílio de Oftalmologia (CBO)
Natividade: Dependência Brasil