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sábado, agosto 30, 2025

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Espécie de tubarão é redescoberta após 50 anos desaparecida

Um cláusula publicado levante mês no periódico científico Journal of Fish Biology relata a redescoberta do Gogolia filewoodi, de nome popular o tubarão-cão-de-vela, uma espécie considerada “perdida” por mais de cinco décadas. O bicho foi encontrado durante levantamentos de pescarias em Papua-Novidade Guiné, surpreendendo cientistas que acreditavam que ele poderia já estar extinto.

A última vez que a espécie havia sido registrada foi em 1970, quando um réplica foi coletado no setentrião do país e descrito três anos depois. Desde portanto, não havia novos registros. Nem mesmo estudos detalhados sobre tubarões e raias, realizados na dez de 2010, conseguiram encontrá-lo.

Em 2020, quando pesquisadores do Fundo Mundial para a Natureza realizaram entrevistas e levantamentos com pescadores locais em Madang, surgiram fotos de cinco exemplares fêmeas capturados mortos. Dois anos depois, em setembro de 2022, pescadores documentaram o primeiro viril já registrado da espécie, também sem vida.

Dois dos cinco exemplares fêmeas da espécie Gogolia filewoodi, de nome popular o tubarão-cão-de-vela, encontrados em 2020. Crédito: Sagumai et al., Journal of Fish Biology, 2025

Bicho sempre esteve por ali, garantem moradores locais

Relatos de moradores indicam que o tubarão nunca esteve realmente ausente, somente passava despercebido pela ciência. De entendimento com pescadores da vila de Bilbil e da Lagoa Madang, ele é ocasionalmente conquistado durante a pesca na Baía de Astrolábio. Essa região, no entanto, está cada vez mais visada pelo transacção de bexigas natatórias de peixes, o que pode colocar a espécie em risco porquê conquista eventual.

Os cientistas alertam que o tubarão-cão-de-vela pode ser restrito a uma extensão muito pequena, particularidade chamada de microendemismo, que o tornaria extremamente vulnerável ao declínio populacional com o aumento da atividade pesqueira. Já há planos em curso para monitorar e menear sua presença na região, mas o porvir da espécie segue incerto.

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Casos porquê esse não são os únicos. Diversas espécies consideradas “perdidas” foram reencontradas nos últimos anos, embora o processo não seja simples. Ao site IFLScience, Sérgio Henriques, coordenador do Zoológico de Indianápolis, que participou da redescoberta de uma aranha depois 92 anos, explicou que a procura depende de paciência, perseverança e da capacidade de observar sinais no envolvente repetidamente até ter sorte.

Além de simbolizar uma vitória para a ciência, o reencontro com o tubarão-cão-de-vela também é um lembrete de que a sobrevivência de espécies raras depende diretamente da proteção de seus habitats e do manejo sustentável das atividades humanas.

No topo da imagem, o planta de Papua Novidade Guiné mostrando a extensão da Baía do Astrolábio, onde os tubarões foram encontrados. No meio, um dos espécimes fêmeas capturados em 2020. Inferior, o réplica viril desvelado em 2022. Crédito: Sagumai et al., Journal of Fish Biology, 2025

Maior tubarão do mundo é enxergado no Brasil

Chegando a medir impressionantes 19 metros de comprimento, o tubarão-baleia é divulgado porquê o maior tubarão do planeta. Outrossim, os exemplares desta espécie são os maiores peixes vivos atualmente.

Apesar do tamanho avantajado, esse bicho também corre risco de extinção, sendo classificado porquê “em transe” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). O que torna uma aparição registrada recentemente no Brasil ainda mais próprio. Saiba detalhes cá.

Nascente: Olhar Do dedo

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