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sábado, fevereiro 7, 2026

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MIT cria chip injetável que trata doenças cerebrais sem cirurgia

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Pesquisadores do MIT desenvolveram uma tecnologia que pode revolucionar o tratamento de transtornos cerebrais. Batizada de Circulatronics, ela permite implantar minúsculos chips no cérebro unicamente com uma injeção — sem a urgência de cirurgia, comenta material no New Atlas.

Um chip que chega ao cérebro sem bisturi

A equipe liderada pela pesquisadora Deblina Sarkar, do Laboratório Nano-Cibernético Biotrek do MIT, criou os SWEDs (dispositivos eletrônicos sem fio de tamanho subcelular). Esses microchips, menores que uma célula sanguínea, alcançam áreas profundas do cérebro de forma autônoma, guiados por células vivas do próprio corpo.

Ao ser implantado no cérebro, microchip realiza estimulação elétrica direcionada para tratar doenças porquê Alzheimer, depressão, esclerose múltipla e tumores cerebrais. Imagem: Aleksandra Sova/Shutterstock

Em vez de se subordinar a um procedimento invasivo, o paciente recebe uma injeção no braço, e os dispositivos viajam pela manante sanguínea até o cérebro. Lá, se instalam naturalmente nas regiões afetadas, realizando estimulação elétrica direcionada para tratar doenças porquê Alzheimer, depressão, esclerose múltipla e tumores cerebrais.

Essa tecnologia não se limita unicamente ao cérebro, mas também pode ser estendida a outras partes do corpo no porvir.

Deblina Sarkar, autora principal do estudo, em enviado.

Microchip chamado SWEP é injetado diretamente na manante sanguínea e alcança áreas profundas do cerébro. Imagem: Divulgação/MIT

Uma vez que os chips funcionam dentro do corpo

Os SWEDs são compostos por camadas ultrafinas de polímeros semicondutores e metais, o que os torna pequenos o suficiente para circundar junto ao sangue. Eles coletam virilidade sem fio, convertendo luz infravermelha em eletricidade.

Basta empregar um lio de laser extrínseco sobre o crânio para ativar os implantes e estimular áreas cerebrais específicas — técnica conhecida porquê neuromodulação focal.

Esses dispositivos são guiados até o cérebro com a ajuda de monócitos, células do sistema imunológico que atravessam naturalmente a barreira hematoencefálica. Essa fusão entre biologia e eletrônica representa uma novidade fronteira médica chamada “simbiose cérebro-computador”.

Entre os diferenciais do Circulatronics estão:

  • Dispensa totalidade de procedimentos invasivos.
  • Estimulação elétrica de precisão em regiões profundas do cérebro.
  • Menor risco de infecção e danos cerebrais.
  • Alimento por luz, sem urgência de fios.
  • Potencial para tratar doenças além do sistema nervoso meão.
Os SWEDs são compostos por camadas ultrafinas de polímeros semicondutores e metais, o que os torna pequenos o suficiente para circundar junto ao sangue. Imagem: Divulgação/MIT

Resultados e expectativas para o Circulatronics

Os primeiros testes foram realizados em camundongos. Os pesquisadores induziram inflamações cerebrais e, posteriormente injetar os híbridos célula-eletrônicos, observaram que os implantes se fixaram com sucesso nas áreas afetadas em unicamente 72 horas.

Com a emprego da luz infravermelha, as células cerebrais específicas foram ativadas, comprovando o funcionamento da estimulação elétrica. O processo ocorreu sem fomentar danos ou repudiação pelo sistema imunológico.

Leia mais:

Os resultados abrem caminho para tratamentos de subida precisão, capazes de atender mais pacientes com rapidez e menor dispêndio. A startup Cahira Technologies, criada no MIT, deve iniciar testes clínicos dentro de três anos, trazendo essa inovação um passo mais perto dos hospitais.


Nascente: Olhar Do dedo

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