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sábado, fevereiro 7, 2026

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Sol registra segunda erupção mais forte do ano

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Esta semana tem sido turbulenta no Sol. Desde domingo (9), ocorreram três erupções de classe X, o nível mais energético. A explosão de terça-feira (11), classificada uma vez que X5.2, foi a mais potente de 2025. Em seguida uma aparente “trégua”, o planeta voltou a se agitar, produzindo um evento X4 nesta sexta-feira (14).

Vamos entender:

  • O Sol tem um ciclo de 11 anos de atividade;
  • Ele está atualmente no que os astrônomos chamam de Ciclo Solar 25;
  • Esse número se refere aos ciclos que foram acompanhados de perto pelos cientistas;
  • No auge dos ciclos solares, o planeta tem uma série de manchas na superfície, que representam concentrações de força;
  • À medida que as linhas magnéticas se emaranham nas manchas solares, elas podem “estalar” e gerar rajadas de vento;
  • De conciliação com a NASA, essas rajadas são explosões massivas do Sol que disparam jatos de plasma e campos magnéticos (também chamados de “ejeção de volume coronal” – CME) e partículas carregadas de radiação para fora da estrela;
  • As explosões são classificadas em um sistema de letras – A, B, C, M e X – com base na intensidade dos raios-X que elas liberam, com cada nível tendo 10 vezes a intensidade do anterior;
  • A classe X denota os clarões de maior intensidade, enquanto o número fornece mais informações sobre sua força;
  • Um X2 é duas vezes mais potente que um X1, um X3 é três vezes mais potente, e, assim, sucessivamente;
  • Porquê o Sol dá uma volta em seu próprio eixo a cada 27 dias, as manchas solares desaparecem de vista por determinado período, voltando em seguida a ser visíveis para a Terreno.
O grupo de manchas solares AR4274 produziu esta explosão de classe X (categoria mais potente) na manhã desta sexta-feira (14), menos de 72 horas depois de desencadear a erupção mais poderosa de 2025. Crédito: NOAA/GOES

Conforme informado pelo Núcleo de Previsão do Clima Espacial (SWPC) da Governo Pátrio Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), a erupção mais recente ocorreu nesta madrugada, às 4h30 (pelo horário e Brasília), a partir do mesmo grupo de manchas solares que produziu os três eventos extremos anteriores, AR4274. A explosão provocou apagões de rádio R3 (fortes) em todo o lado iluminado da Terreno murado de oito minutos depois, com as interrupções mais severas concentradas sobre a África médio e oriental.

Jato de material solar pode atingir a Terreno “de raspão”

Porquê a região ativa onde ocorreu o evento está quase virando para o lado de trás do Sol, a CME lançada atingirá a Terreno, no sumo, tangencialmente. Segundo um padrão da NASA, ela poderá atingir o campo magnético do nosso planeta de raspão no final no domingo (16). Se isso suceder, o impacto poderá desencadear tempestades geomagnéticas G1 (leves) a G2 (moderadas) – em uma graduação que vai até G5.

Simulação computacional da NASA mostra a Terreno pode ser atingida muito levemente pela CME lançada durante segunda explosão solar mais potente do ano. Crédito: NASA

De conciliação com a plataforma de monitoramento do clima espacial EarthSky.org, o grupo de manchas solares AR4274 continua sendo a região mais preocupante. Mesmo com uma ligeiro redução nas manchas periféricas, a principal cresceu e mantém condições para gerar explosões moderadas ou até fortes. 

Outras regiões de destaque são a AR4276, que perdeu segmento da complicação, mas, ainda assim, registrou sete pequenas erupções nas últimas 24 horas, e a AR4280, que mostra um incremento simples. As demais áreas continuam estáveis ou enfraquecendo gradativamente. 

Ejeção de volume coronal liberada durante a erupção solar de classe X4. Crédito: Núcleo de Previsão do Clima Espacial da NOAA

Leia mais:

Não é só o Sol: estrela próxima é flagrada lançando jato de plasma para o espaço

Um cláusula publicado na quarta-feira (12) na revista Nature relata a primeira reparo de uma estrela relativamente próxima lançando ao espaço um fluxo de plasma publicado uma vez que ejeção de volume coronal (CME), fenômeno semelhante ao liberado pelas explosões que ocorrem no Sol. 

A detecção, feita com a sonda espacial XMM-Newton, da Sucursal Espacial Europeia (ESA), e o radiotelescópio LOFAR (rede de antenas distribuídas pela Europa), marca um progresso importante na astronomia: é a primeira confirmação direta de que outras estrelas também podem produzir esse tipo de erupção. Saiba mais cá.


Nascente: Olhar Do dedo

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