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domingo, janeiro 25, 2026

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Hoje em dia, efetuar a compra de uma TV não é uma tarefa das mais fáceis. São muitas as tecnologias existentes de diversas fabricantes, o que pode confundir o consumidor.


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Ao pesquisar modelos de televisão, você vê termos, porquê MiniLED, AMOLED, OLED e NanoCell. Traduzindo: são tipos de tela. E cada tecnologia tem suas características, vantagens e desvantagens.

É importante conhecê-las antes de comprar uma TV para estimar qual atenderia melhor seu tipo de uso. A seguir, o Olhar Do dedo te explica o que são e quais vantagens e desvantagens de TVs MiniLED, MicroLED, AMOLED, OLED, NanoCell, QLED, LED e LCD. Também revisitamos uma tecnologia que saiu do mercado há anos: a de Plasma.

Por meio dos miniLEDs, imagens têm mais contraste e precisão de cores em telas LCD (Imagem: Reprodução/Hardware)

TVs MiniLED

MiniLED (“diodo emissor de luz em miniatura”) é um tipo de tecnologia usado na classe de iluminação de fundo (backlight) das TVs. Por meio dela, imagens têm mais contraste e precisão de cores em telas LCD. Essa tecnologia está presente na maioria dos monitores e TVs e costuma ser fabricado por TCL, LG, Samsung e Philips.

A tecnologia tem o intuito de reproduzir imagens com mais contraste. Basicamente, ela oferece várias camadas de construção que funcionam para exibir uma imagem rica em cores e cintilação.

Uma destas camadas funciona por retroiluminação: uma parede encrustada por LEDs minúsculos ilumina as camadas dianteiras. O resultado é a exibição de cores mais vivas e imagens profundas em níveis de preto, o que deve melhorar a qualidade de exibição em solução HDR.

Muitos modelos oferecem uma classe extra, composta por pontos quânticos, que proporciona maior aprimoramento no índice de contraste. Isso é importante porque, durante a reprodução de cenas muito escuras, a tecnologia trabalha para deixar a visualização a mais nítida provável.

Entre suas vantagens, estão:

  • Duração maior e risco menor de burn-in: dissemelhante do OLED, telas miniLED usam material inorgânico, dos quais desgaste é muito mais lento;
  • Fabricação mais barata: em verificação ao OLED, painéis MiniLED são mais baratos de produzir;
  • Mais eficiência energética: miniLEDs consomem menos vontade, em verificação a lâmpadas convencionais no backlight;
  • Nível maior de cintilação: porquê miniLEDs preenchem o backlight todo, isso aumenta cintilação e traz cores mais vivas;
  • Preto (mais) profundo: porquê ativação e desativação dos miniLEDs ocorre separadamente, isso favorece tons escuros, o que aumenta a taxa de contraste;
  • Precisão maior de cores: graças ao controle maior de luz, dá para obter cores mais fiéis, além de melhorar o uso de HDR;
  • Risco menor de vazamento de luz: por conta do controle maior sobre os miniLEDs, evita-se que tons claros apareçam em pontos escuros.

Já entre as desvantagens de TVs MiniLED, estão: risco de efeito blooming (quando rolam falhas na uniformidade de luz na manadeira de iluminação); ghosting (rastros de movimento na alternância entre tons claros e escuros em modelos com taxas de atualização ou resposta baixas); e ângulo de visão restringido (em verificação a TVs OLED).

Tecnologia MicroLED é uma atualização do MiniLED (Imagem: LG)

TVs MicroLED

A diferença básica entre MicroLED e MiniLED é o tamanho do pixel de LED. Por exemplo: em TVs QLED, há a união da tecnologia de pontos quânticos com o tela de LED tradicional, cujos pixels têm entre 8 mm e 20 mm.

Mas, nas telas MicroLED, esse tamanho é 100 vezes menor, sendo 0,08 mm a 0,2 mm por pixelmenor que um grão de areia. Eles também funcionam individualmente, com cada pixel produzindo contrastes e cores, gerando imagens mais definidas.

Com uma tecnologia “pequena”, é provável inserir mais pixels na TV, melhorando a qualidade de imagem e apagando pixels em áreas escuras ao produzir pretos mais profundos.

Modelos mais recentes de TVs têm tela AMOLED (Imagem: Trusted Reviews / Montagem: Pedro Spadoni/Olhar Do dedo)

TVs AMOLED e Super AMOLED

AMOLED e Super AMOLED são tipos de displays OLED com matriz ativa – isto é, com transistores aplicados no tela considerando cada pixel. Na prática, esse tipo de tela suporta taxas de atualização supra de 120 Hz (frames por segundo) – o que é bom para games e exibição de partidas de esporte – além de entregar cores vívidas e preto profundo.

Na prática, é assim: telas OLED são orientadas com esquema de transistores em linhas e colunas (o que limita solução e qualidade de imagem); já nas AMOLED, os transistores são aplicados no tela pixel a pixel.

A tecnologia AMOLED acrescenta ao tela OLED uma classe de TFT (Transistores de Película Fina). Lembra da matriz ativa? Portanto, é essa classe a responsável por controlar cada um dos pixels. Assim, ela determina quais devem ser ligados ou desligados.

Quando você liga uma tela AMOLED, a energização aplica tensão entre cátodo e ânodo, para estimular diodos no OLED. Assim, os pixels ativados geram luz, o que, por sua vez, gera a imagem na tela. E o TFT é a segmento responsável por controlar a fluente para cada pixel.

Já as telas Super AMOLED são uma atualização da tecnologia. Ao introduzir uma classe sensível ao toque, os aparelhos com tela Super AMOLED dispensam a classe de vidro do smartphone, por exemplo. O resultado é uma definição superior, ainda maior fluidez das imagens e menor consumo de vontade.

Outras vantagens são:

  • Ângulo maior de visão: dá para discernir teor na tela sob ângulos laterais porque seus pixels emitem luz em todas as direções;
  • Consumo menor de vontade: pixel não consome vontade ao exibir a cor preta, porque desliga;
  • Espessura menor: telas AMOLED são mais finas por não terem backlight;
  • Tempo menor de resposta: tela AMOLED não precisa movimentar cristais líquidos, o que evita motion blur (aqueles rastros feios entre frames), uma boa vantagem para quem curte presenciar filmes e séries.

Já entre as desvantagens das TVs AMOLED, dá para referir: duração menor (porque usa materiais orgânicos), cintilação restringido (fabricantes limitam para diminuir desgaste da classe orgânica) e dispêndio maior de fabricação (pela complicação da produção).

TVs OLED são mais finas e com imagens mais nítidas (Imagem: Maurizio Pesce/Wikimedia Commons)

TVs OLED

OLED é um tipo de tela que, assim porquê AMOLED, não usa iluminação traseira e os pixels se acendem um a um, quando estimulados por impulsos elétricos. Por meio dessa tecnologia, fabricantes lançaram TVs, monitores e smartphones ainda mais finos e telas desse tipo oferecem cintilação cimeira, contraste parrudo (principalmente com HDR) e “cores puras”.

Outrossim, TVs OLED têm as seguintes vantagens:

  • Ângulo maior de visão: porquê pixels do OLED emitem luz em todas as direções e não necessitam de filtro de cores, visualização da imagem sob ângulos variados fica melhor;
  • Eficiência energética subida: pixels de OLED só consomem vontade quando estão ligados (e, em partes escuras, desligam, mesmo com a TV ligada);
  • Espessura mais fina: telas OLED não possuem backlight de LED ou MiniLED, o que pode reduzir a espessura do tela para menos de 1 mm;
  • Tempo de resposta mais rápido: OLED não precisa movimentar cristais líquidos, por isso o tempo de resposta fica menor em painéis com a mesma taxa de atualização, além de evitar motion blur;
  • Uniformidade melhor de preto: o LCD, por exemplo, usa filtro para interromper a luz de fundo e exibir a cor preta, enquanto OLED só desliga os pixels – na prática, uniformidade de preto fica perfeita.

Apesar da tecnologia ser “chique”, tem lá suas desvantagens. Antes de mais zero, sua vida útil é menor. Isso acontece, pois a classe orgânica do OLED se desgasta com o tempo. Aí, os pixels ficam sujeitos ao burn-in (quando “fantasmas” ficam marcados na tela).

Outrossim, telas OLED sustentam picos menores de cintilação, apesar do cintilação cimeira estar entre suas vantagens. Essa é uma prevenção, pois, quanto mais cimeira for o nível de cintilação, maior o desgaste do tela. Por isso, fabricantes de TVs limitam a emissão contínua de luz branca.

Leia mais:

TVs da LG com NanoCell se destacam por oferecerem volume cimeira de cores (Imagem: Divulgação/LG)

TVs NanoCell

A tecnologia NanoCell, criada pela LG, combina nanopartículas numa espécie de filtro de cores em TVs LCD 4K e 8K da marca, o que melhora a qualidade da imagem. No universal, TVs com NanoCell se destacam por oferecerem volume cimeira de cores.

Entre outras vantagens desse tipo de TV, estão:

  • Ângulo de visão ótimo: distribuição consistente das nanopartículas e associação com painéis IPS deixam ângulo de visão lateral melhor do que em TVs LCD comuns;
  • Cores vívidas: graças a filtragem de tons opacos ou indesejados,”pureza” de cores aumenta;
  • Nível cimeira de cintilação: em verificação a TVs LCD convencionais, intensidade do cintilação em TVs NanoCell é mais subida;
  • Preço mais alcançável: dependendo do padrão, TVs NanoCell podem ser mais baratas do que TVs OLED com mesmo tamanho ou solução;
  • Tempo de resposta melhor: em verificação a telas comuns, TVs NanoCell também podem ter tempo de resposta menor, o que diminui desfoque de movimentos.

Já entre as desvantagens das TVs NanoCell, estão: contraste restringido (problema generalidade em painéis LCD, só que mais agudo em visores IPS, usados com NanoCell), preto mais “raso” (profundidade de preto não é tão boa quanto em TVs OLED); consumo maior de vontade (por conta do backlight de LEDs); e vazamento de luz (problema generalidade em telas LCD com luz de fundo gerada por LEDs).

Modelos LCD ganharam a disputa contra as de Plasma (Imagem: QuangAnh3072, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons)

TVs LCD

A tela de LCD – ou simplesmente cristal líquido – usa uma luz traseira acessa em tempo integral para reproduzir as cores; inclusive o preto e o branco. A imagem se forma quando um impulso elétrico é aplicado sobre cada um dos pixels constituído por cristais líquidos.

Ao passar pelo líquido, a luz é polarizada e pode ser percebida porquê cores diferentes. Mais brilhantes, as telas de LCD têm bom desempenho em ambientes mais claros. Mas, por ficarem ligadas durante todo o tempo, até para gerar o preto, as telas de LCD consomem mais vontade que as tecnologias concorrentes.

Com a subida das demais tecnologias — OLED, QLED, LED, etc. —, a TV de LCD — que substituiu a de Plasma — acabou perdendo força no mercado. Ainda podemos encontrar modelos com a tecnologia, mas a oferta é escassa, ainda mais com a evolução de suas concorrentes.

Modelos de LED foram uma evolução procedente do LCD (Imagem: LG전자, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons)

TVs LED

As telas de LED são uma evolução procedente do LCD; o processo de exibição das imagens e cores é exatamente o mesmo. A grande diferença dos displays de LED é que em vez de uma luz “generalidade” iluminar o tela, cá são lâmpadas de LED que fazem esta função.

Ou seja, uma tela de LED zero mais é que um display de LCD iluminado por um tela de LED. Por trás de cada pixel que forma a imagem existem três minúsculos LEDs: um vermelho, um verdejante e outro azul. O resultado são imagens com maior quantidade de cores e também maior cintilação, nitidez e contraste.

Dissemelhante das telas de LCD e LED, os displays OLED não usam qualquer iluminação traseira – os pixels se acendem individualmente quando uma fluente elétrica passa por eles. Ou seja, o OLED tem emissão de luz própria.

Na hora de produzir a cor preta, por exemplo, o OLED simplesmente desliga, o que significa eficiência energética. Por não ter um tela de luz traseiro, os dispositivos com tela OLED também podem ser mais finos. Na reprodução de imagens, o resultado é um cintilação ainda maior, cimeira contraste e cores vívidas e fieis à verdade.

Padrão QLED usa minúsculos cristais para produzir a imagem (Imagem: Divulgação/TCL)

TVs Quantum Dot (QLED)

O ponto quântico é uma tecnologia mais novidade que chegou para percutir de frente com LED e OLED. O display de QLED, assim porquê o LCD, precisa de uma manadeira de luz para funcionar. A tecnologia usa minúsculos cristais que absorvem e emitem frequências de luz para produzir a imagem na tela. O QLED promete reproduzir qualquer variação de cor em todo tipo de luminosidade ou luz envolvente. Ou seja, mais cintilação e contraste com cores mais próximas da verdade.

Modelos de Plasma, porquê o da Panasonic exibido na foto supra, foram populares nos anos 2000 e abriram caminho para as TVs atuais (Imagem:
TwentyEighteen, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons)

TVs de Plasma

As TVs de Plasma foram muito populares na dez de 2000, durante a transição das TVs de tubo para os modelos modernos. Em suma, ela gerava imagens de subida definição com pretos profundos. Ela conseguia fazer isso ao funcionar com base em gases ionizados.

Os gases que eram usados nas TVs de Plasma são os chamados gases nobres, porquê neônio e xenônio, presentem em pequenas células armazenadas entre duas placas de vidro. Os gases recebem tensão elétrica e liberam elétrons, que, por sua vez, se chocam com átomos de fósforo. Isso gera luz visível.

Para que a imagem se forme, tudo começa com o envio de vontade de eletrodos para cada célula de plasma. Cada uma delas representa um pixel e tem revestimento de diferentes combinações de fósforo. Quando a tensão é aplicada, os gases presentes na célula são ionizados e formam o quarto estado físico da material: o plasma.

O plasma só emite luz UV, invisível a olho nu. Essa luz estimula o fósforo, que, por sua vez, exibe as cores vermelho, verdejante e azul (padrão RGB) em intensidade variável. A cada três subpixels, forma-se um pixel, e um grupo de pixels forma uma imagem.

A tecnologia de Plasma era considerada superior ao LCD, tendo maior contraste, ótimo ângulo de visão e tempo de resposta mais limitado, reduzindo o motion blur (desfoque de movimento). Ela começou a perder espaço para o LCD na dez de 2010, pois alguns pontos negativos frearam sua ininterrupção, porquê burn-in e o cimeira consumo de vontade.

O burn-in, por exemplo, limitava bastante a vida útil do Plasma, pois, quando uma imagem estática (porquê a logomarca de uma emissora ou o placar de uma transmissão esportiva) permanecia na tela por longo período, havia a retenção da imagem e queima dos pixels.

Isso acontecia, pois os fósforos, que geravam luz nas TVs de Plasma, eram continuamente ativados com a exibição prolongada de uma imagem estática, causando o desgaste dessas áreas e, posteriormente, resultando em marcas permanentes na tela, os famosos “fantasmas”.

Outro ponto negativo da tecnologia é o vestuário de que esse tipo de televisão esquentava mais, pois o fósforo emitia calor ao ser ativado e, para manter os gases em estado de plasma, era necessário bastante vontade, dissipada em forma de calor.

Elas tinham, ainda, muitos reflexos, cintilação mais fraco, maior peso, maior espessura, limitações de tamanho e sensibilidade ao clima.

E agora, está mais fácil escolher sua TV? (Imagem: DuxX/Shutterstock)

E agora?

Agora que você conhece as tecnologias mais recentes de televisão, é hora de escolher a sua e permanecer por dentro do padrão que você já possui em vivenda. Em resumo: são muitos tipos de TV disponíveis no mercado, sendo importante entender as diferenças entre cada um para escolher o padrão ideal para sua urgência.


Nascente: Olhar Do dedo

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