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domingo, janeiro 25, 2026

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Lula cita caso Master e defende PEC da Segurança Pública

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (15) que a política de segurança pública de seu governo vive um “bom momento” e destacou as recentes ações de combate ao delito organizado, incluindo as investigações envolvendo desvios no Banco Master e a Operação Carbono Oculto, que apura fraude fiscal e lavagem de numerário no setor de combustíveis.

“Nós nunca estivemos tão perto e nunca tivemos tanta oportunidade, tanta chance de chegar ao caminhar de cima da depravação e do delito organizado nesse país porquê agora. Nesse exato momento histórico do Brasil, depois da Operação Carbono Oculto, que foi a maior operação já feita pela Polícia Federalista, junto com a Polícia de São Paulo, junto com a Receita Federalista, depois da Refit, quando nós conseguimos bloquear cinco navios com 250 milhões de litros de gasolina contrabandeada. Depois que nós fizemos isso, depois da situação do Banco Medial com o Banco Master”, elencou o presidente durante exposição de posse do novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, em evento reservado no Palácio do Planalto. A cerimônia contou com a participação de alguns auxiliares e do ex-ministro Ricardo Lewandowski.     

“Nós vamos mostrar que o Estado brasílico vai derrotar o delito organizado”, pontuou o presidente.

Lula afirmou que está optimista no progressão da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que tramita na Câmara dos Deputados e que definirá o papel da União no setor. “Porque a Constituição de 1988 transferiu para os estados a responsabilidade. E nós vamos saber aonde é que o Estado [União] pode participar. Não é só a transferência de numerário, qual é a ação da Polícia Federalista, qual é a ação da Guarda Pátrio que nós temos que produzir com muita força, qual é a ação da Polícia Rodoviária Federalista, qual é o papel de cada um”, afirmou.

Lula pediu pronunciação entre diferentes órgãos de Estado e disse que o enfrentamento ao delito “não é permanecer somente matando gente em favela”.

“Não é somente permanecer prendendo o pobre, vai chegar na cobertura e saber quem é efetivamente responsável, quem ganha numerário, quem não paga imposto, quem sonega neste país. Que é uma das razões do empobrecimento do nosso país”, prosseguiu.

Em seguida a posse, Wellington Lima e Silva conversou com jornalistas e defendeu que a PEC avance no Congresso, onde o governo não conta com ampla base de espeque.

“Eu acredito piamente no sentido de responsabilidade do Congresso. Todo projeto, todo encaminhamento de proposta legislativa que sai do Executivo, ela vai ser apreciada pelo Congresso, pelas duas Casas. E o governo tem que fazer o esforço, no limite, para que o resultado final dessa iniciativa seja condizente com o que ele espera daquela política pública e que contemple o interesse da sociedade”, disse.

Natividade: Escritório Brasil

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