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sexta-feira, janeiro 23, 2026

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Políticos de todas as tendências homenageiam Raul Jungmann, morto ontem

Com mais de 50 anos de curso na política, Raul Jungmann, que morreu no último domingo (18), foi de vereador a deputado e também atuou uma vez que ministro nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer.

Por toda essa vivência no universo político, sua morte, provocada por um cancro no pâncreas, gerou grande repercussão entre amigos e políticos das mais diversas correntes ideológicas.

O ex-presidente Michel Temer, que teve Jungmann uma vez que ministro da Resguardo e Segurança Pública, escreveu em nota:

“Um brasílio que soube servir ao país. Por onde passou deixou sua marca. Fosse uma vez que ministro da Reforma Agrária, ministro da Resguardo e Segurança Pública, fosse uma vez que grande parlamentar. Tristeza no projecto cívico, saudades no projecto pessoal. Descanse em sossego, Raul!”

Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e Cultivação Familiar do governo Lula postou uma mensagem em suas redes sociais:

“Enquanto sua saúde permitiu participou, com liberalidade e espírito democrático, do parecer dos ex-ministros do Desenvolvimento Agrário que montei uma vez que espaço de consulta e reflexão no ministério. Meus agradecimentos e meus sentimentos aos familiares e amigos de Raul Jungmann”.

Ministro do STF, Gilmar Mendes publicou um longo texto sobre Jungmann nas redes sociais. Um trecho:

“Raul foi um varão público de rara integridade e de extraordinária densidade republicana. No manobra de funções centrais no Estado brasílio, principalmente uma vez que ministro no governo de Fernando Henrique, integrou um verdadeiro dream team comprometido com a estabilização institucional, as reformas estruturais e a consolidação da ordem constitucional inaugurada em 1988. (…) O Brasil perde um grande varão público; eu perco um camarada.”

Outro ministro do STF, Alexandre de Moraes, também se manifestou, em nota, sobre a morte de Jungmann:

“Raul Jungmann, um grande democrata, foi exemplo de varão público, que exerceu diversos cargos, sempre com conhecimento, lealdade e eficiência, uma vez que presenciei durante as Olimpíadas no Rio de Janeiro, quando trabalhamos juntos na coordenação da perceptibilidade e segurança do evento”.

Randolfe Rodrigues, senador e líder do governo no Congresso Pátrio, postou:

“A política brasileira perde um grande quadro, um varão de diálogo, firmeza e profundo compromisso com o interesse público. Ficam seu legado, seu exemplo e a saudade entre todos que acreditam na boa política“.

O governador do Rio Grande do Sul, Marcelo Leite, é outro político que lamentou a morte de Raul Jungmann:

“Lamento profundamente a morte de Raul Jungmann, aos 73 anos, varão público de trajetória marcante e de grande compromisso com o Brasil. Atuou com seriedade e espírito republicano em diferentes momentos da vida vernáculo, deixando uma taxa relevante ao serviço público”.

O Cidadania, último partido ao qual Jungmann foi filiado, divulgou nota solene de seu presidente, Roberto Freire, lamentando e relembrando a trajetória do político:

“Mesmo em seguida sua saída formal do partido, manteve uma relação próxima com o Cidadania. Seguiu sendo parceiro, presente no debate político e disponível para contribuir com ideias e formação.”

O Instituto Brasílio de Mineração (IBRAM), órgão que tinha Raul Jungmann uma vez que presidente, informou que o velório do político acontece nesta segunda (19), das 15h30 às 17h, na capela do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília. A cerimônia é restrita a parentes e amigos próximos.

* Material editada às 13h39 para ajuste de formatação.

Manancial: Filial Brasil

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