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domingo, janeiro 25, 2026

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Lua tem “agenda cheia” esta semana

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Na madrugada desta segunda-feira (26), a Lua inicia a temporada crescente – e esse é somente o primeiro momento de destaque do satélite no firmamento nesta última semana de janeiro. A agenda lunar dos próximos dias suplente ainda alguns encontros e até um patente tipo de “eclipse”.

Inferior, segue a lista de “marcos” que a Lua vai atingir até sexta-feira (30).

Lua visitante as “Sete Irmãs” 

A uma intervalo de 444 anos-luz da Terreno, há um aglomerado estelar crédulo chamado Plêiades, também espargido porquê Messier 45 (M45) ou “As sete irmãs”. Na terça-feira (27), elas poderão ser vistas muito próximas da Lua.

Sobre o aglomerado estelar das Plêiades:

  • Trata-se do objeto Messier mais próximo do nosso planeta e um dos mais proeminentes do firmamento profundo, com magnitude de 1,6;
  • Objetos Messier são regiões do firmamento profundo inventariadas pelo astrônomo francesismo Charles Messier no Catálogo de Nebulosas e Aglomerados Estelares, publicado originalmente em 1771, com a última edição realizada em 1966;
  • M45 é vista porquê uma mancha azulada próximo ao “ombro” da constelação de Touro;
  • Para um observador a olho nu, geralmente as Plêiades aparecem porquê uma imitação menor da Ursa Maior cercadas por uma nuvem de poeira – um padrão azulado de seis estrelas em destaque (embora haja uma quantidade maior, com mais de 100 estrelas visíveis com telescópio geral entre mais de milénio estimadas).
Representação artística da Lua se aproximando das Plêiades. Créditos: Giuseppe Donatiello / CCO (Domínio Público). Montagem: Olhar Do dedo

De congraçamento com o guia de reparo astronômica In-The-Sky.org, a aproximação máxima da Lua com as Plêiades será às 18h29 (pelo horário de Brasília), quando elas estarão a somente 1º54 minutos de roda de intervalo.

“Minutos de roda” é uma unidade de medida usada em astronomia para indicar ângulos muito pequenos no firmamento. Se um roda completo tem 360º, 60 minutos de roda equivalem a um proporção. Logo, a intervalo entre a Lua e as Plêiades durante o encontro será quase o duplo disso.

No entanto, nesse momento, elas poderão ser ofuscadas pela luz do Sol, dificultando a reparo. Posteriormente o anoitecer, por volta das 19h30, até 0h43, será provável vê-las muito próximas no firmamento, sentido setentrião.

A Lua estará 76% iluminada, em magnitude de -12.4, e a magnitude de M45 será de 1.3, ambas na constelação de Touro. Quanto mais refulgente um objeto parece, menor é esse valor (relação inversa). O Sol, por exemplo, que é o corpo mais refulgente do firmamento, tem magnitude aparente de -27.

O par não estará perto o suficiente para caber no campo de visão de um telescópio, mas será visível a olho nu ou através de um par de binóculos.

Na manhã de quinta-feira (29), a Lua vai passar na frente de Beta Tauri (também conhecida porquê Elnath), a segunda mais refulgente de Touro, em uma espécie de “eclipse”. Com magnitude aparente de tapume de 1,65, ela fica muito na ponta de um dos cornos do bicho símbolo da constelação.

Estrela Beta Tauri (Elnath), fotografada pelo Observatório Palomar, em San Diego County, Califórnia, EUA. Crédito: Observatório Palomar / STScI / WikiSky

Mais sobre Beta Tauri:

  • Beta Tauri, ou Elnath, fica a respeito de 134 anos‑luz da Terreno;
  • É uma gigante azul‑branca do tipo B, que já consumiu grande secção do hidrogênio do núcleo;
  • Está entrando na próxima temporada da vida, expandindo e esfriando para se tornar uma gigante vermelha;
  • Sua temperatura é de tapume de 13.600 K (13.327 °C), muito supra dos 5.800 K (5.527 °C) do Sol;
  • O tipo B faz secção da classificação espectral, que organiza as estrelas por cor e calor;
  • Não há registros confirmados de exoplanetas ao volta de Elnath;
  • Ao observá‑la no “chifre” do Touro, é provável ver aglomerados e nebulosas próximas, porquê também algumas estrelas jovens agrupadas na constelação Auriga.

Segundo a plataforma de reparo Sky & Telescope, o nome Elnath vem do arábico e significa “a cabeçada” ou “o que empurra com os cornos”. Trata-se de uma referência direta à posição da estrela na ponta do chifre do Touro. Esse nome destaca a tradição de associar estrelas brilhantes a elementos visuais das constelações no firmamento.

De congraçamento com o InTheSky.org, a ocultação lunar de Beta Tauri acontece das 5h52 às 9h54 e não poderá ser vista do Brasil.

Ocultações lunares só são visíveis de uma pequena fração da superfície da Terreno. Uma vez que a Lua está muito mais perto do nosso planeta do que outros objetos celestes, sua posição no firmamento difere dependendo da localização exata do observador na Terreno devido à sua grande paralaxe (diferença na posição aparente de um objeto em relação a um projecto de fundo, tal porquê visto por observadores em locais distintos ou por um observador em movimento). 

A posição da Lua vista de dois pontos em lados opostos da Terreno pode variar em até dois graus, ou quatro vezes o diâmetro da lua enxurrada.

Isso significa que se a Lua estiver alinhada para passar na frente de um objeto específico para um observador posicionado em um lado da Terreno, ela aparecerá até dois graus de intervalo desse objeto do outro lado do orbe.

Planta mostra as regiões do planeta de onde será provável observar a ocultação lunar de Beta Tauri na quinta-feira (29). Crédito: In-The-Sky.org

No planta supra, contornos distintos mostram onde o desaparecimento de Beta Tauri poderá ser visível (em vermelho) e onde será provável testemunhar seu reaparecimento (em azul). Os riscos sólidos exibem onde a ocultação provavelmente será visível através de binóculos a uma altitude razoável no firmamento. Os contornos pontilhados, por sua vez, indicam onde o evento ocorre supra do horizonte, mas pode não ser visível devido ao firmamento estar muito evidente ou a Lua muito perto do horizonte.

Fora dos contornos, a Lua não passa na frente de Beta Tauri em nenhum momento, ou está inferior do horizonte no momento da ocultação.

Horas mais tarde, às 18h45, ela vai atingir o perigeu (ponto de sua trajectória mais próximo da Terreno). De congraçamento com a plataforma In-The-Sky.org, a intervalo da Lua em relação à Terreno varia porque sua trajectória não é perfeitamente circundar – é ligeiramente oval, traçando um caminho chamado uma elipse. À medida que ela atravessa esse caminho elíptico ao volta do nosso planeta a cada mês, sua intervalo varia entre 356.500 km no perigeu e 406.700 km no auge (ponto mais distante).

Imagem: Triff – Shutterstock (Terreno/fundo) – Edição: Olhar Do dedo

O tamanho angular do planeta também varia pelo mesmo fator, entre 29,4 e 33.5 minutos de roda. Ao atingir o perigeu, nosso satélite originário chega a permanecer até 14% mais refulgente no firmamento, quando visível. Isso, no entanto, é difícil de detectar na prática, já que as fases da Lua estão mudando ao mesmo tempo.

Leia mais:

Lua encerra a semana ao lado de Júpiter

Finalizando sua “turnê mensal” de janeiro pelos planetas do Sistema Solar, a Lua vai visitar Júpiter na sexta-feira (30). Na ocasião, o gigante gasoso vai comparecer no firmamento muito próximo do satélite originário da Terreno, em um fenômeno espargido porquê conjunção astronômica.

De congraçamento com o site In-The-Sky.org, isso acontece às 23h29, quando a Lua vai passar a pouco mais de 3º ao setentrião de Júpiter. Do ponto de vista de um observador em São Paulo, o par estará visível 21° supra do horizonte noroeste às 19h09, permanecendo no firmamento até às 3h18 da madrugada. 

Enquanto a Lua estará em magnitude de -12.7, a de Júpiter será de -2.6, com ambos na constelação de Gêmeos. Quanto mais refulgente um objeto parece, menor é o valor de sua magnitude (relação inversa). O Sol, por exemplo, que é o corpo mais refulgente do firmamento, tem magnitude aparente de -27.

Em fevereiro, a Lua passa somente por Mercúrio (18) e Júpiter (27). Essa série de conjunções que a Lua faz mensalmente ocorre porque ela orbita a Terreno aproximadamente no mesmo projecto em que os planetas orbitam o Sol, chamado projecto da eclíptica.


Manadeira: Olhar Do dedo

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