27 C
Lauro de Freitas
quarta-feira, fevereiro 4, 2026

Buy now

STJ alerta para golpe do oficial de justiça no WhatsApp

Siga o Olhar Do dedo no Google Discover

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) emitiu um alerta público sobre um novo tipo de golpe que utiliza o WhatsApp para se passar por atendimento judicial da incisão. Segundo o tribunal, criminosos entram em contato com cidadãos afirmando ser representantes da instituição e tentam obter numerário, dados pessoais ou senhas, explorando a semblante de perfis que exibem imagens e referências visuais associadas ao STJ.

O expedido foi divulgado em seguida o registro de casos em que as abordagens simulam comunicações oficiais e criam um envolvente de urgência em torno de supostos processos em tramitação. O Olhar Do dedo teve aproximação a prints de mensagens dos golpistas, que mostram perfis com imagens ligadas ao tribunal e textos que sugerem pendências judiciais, reforçando o padrão descrito pelo STJ no alerta.

Mensagem de golpistas solicita pagamento de suposta dívida com a justiça (Imagem: Olhar Do dedo)

Porquê funciona o golpe do solene de justiça?

Mensagens que circulam pelo WhatsApp se apresentam uma vez que comunicados oficiais e usam logotipos da Receita Federalista e do governo federalista para parecerem legítimas. Os textos costumam trazer nome e CPF do destinatário, o que aumenta a chance de a vítima levar o teor a sério. Em muitos casos, os contatos partem de números com origem em outros países, uma vez que o Reino Unificado.

O teor afirma subsistir uma “irregularidade fiscal grave” ou uma suposta dívida de impostos, acompanhada de ameaças de bloqueio de contas bancárias, restrições no Banco Medial, suspensão de benefícios e emprego de multas. As mensagens incluem um link para “regularização”, que leva a páginas que imitam a identidade visual de sites oficiais e solicitam o CPF para liberar o aproximação a uma suposta consulta judicial ou notificação.

Ao proceder, a vítima é direcionada para uma tela que apresenta um valor a ser pago, geralmente com a promessa de desconto para quitação imediata via PIX. Antes do pagamento, o site pede dados uma vez que e-mail e telefone, que podem ser usados em novas tentativas de fraude.

STJ nega qualquer atendimento judicial via WhatsApp

No aviso solene, o tribunal afirma que não possui ducto de atendimento judicial no WhatsApp e que não faz contato com partes ou advogados sem que haja solicitação formal prévia. Também destaca que não solicita pagamentos, senhas ou dados pessoais em nenhuma lanço de atendimento ou comitiva de processos.

STJ alerta que NÃO faz atendimento judicial pelo WhatsApp (Imagem: Ink Drop/Shutterstock)

A incisão recomenda que qualquer pedido de numerário relacionado a processos em curso seja tratado uma vez que suspeito. O expedido ressalta ainda que não são realizados contatos telefônicos para complementar informações processuais e que mensagens vindas de números de celular ou com prefixos e DDDs comuns não pertencem à instituição.

Além das abordagens pelo aplicativo, o STJ informou que há relatos de sites que usam indevidamente o nome e a identidade visual da incisão para enganar usuários. O tribunal reforça que o único endereço solene é https://www.stj.jus.br/, orientando o público a verificar sempre o domínio antes de acessar qualquer página.

Leia mais:

Canais oficiais e orientações ao público

Porquê principal meio de atendimento a advogados e partes, o STJ mantém o Balcão Virtual, que funciona por meio da plataforma Zoom, sempre em seguida solicitação formal do interessado. Quando necessário, contatos adicionais são feitos exclusivamente por e-mail institucional.

Para informações gerais, o público pode utilizar o número (61) 3319-8000. Já consultas sobre processos devem ser feitas pelo telefone (61) 3319-8410. O tribunal reforça que esses são os únicos canais telefônicos oficiais e que não utiliza números de celular para notícia.

O alerta se soma a outras iniciativas de órgãos públicos para combater fraudes digitais, que têm explorado a semblante de comunicações institucionais e o uso de dados pessoais para dar credibilidade às mensagens. O STJ orienta que, em caso de incerteza, os cidadãos procurem diretamente os canais oficiais e evitem clicar em links ou responder a contatos não solicitados.


Manadeira: Olhar Do dedo

Related Articles

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Stay Connected

0FansLike
0FollowersFollow
0SubscribersSubscribe
- Advertisement -

Latest Articles