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quinta-feira, fevereiro 5, 2026

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Afastado da presidência pelo STF, Bacellar renova licença na Alerj

O deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), longínquo da presidência da Tertúlia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), renovou o pedido de licença do procuração. Ele está sem praticar o missão desde 10 de dezembro.

Bacellar foi recluso durante a Operação Unha e Mesocarpo, da Polícia Federalista (PF), em 3 de dezembro. O parlamentar teria vazado informações sigilosas sobre investigação contra o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, publicado porquê TH Joias, culpado de intermediar compra e venda de armas para o Comando Vermelho (CV), principal partido criminosa do Rio de Janeiro.

Mensagens interceptadaspelos investigadores fundamentaram a decisão do Supremo Tribunal Federalista (STF) para prender e distanciar Bacellar da presidência da Alerj.

Bacellar ocupava o comando da Vivenda desde 2023. Nesse período, chegou a ocupar interinamente o missão de governador na pouquidade do titular Cláudio Castro.

Cinco dias depois da prisão determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, o plenário da Alerj decidiu, por 42 votos a 21, pela soltura de Bacellar.

A decisão da Alerj está prevista na Constituição. Quando a Justiça decreta a prisão de um deputado federalista ou estadual, a medida precisa ser ratificada pela respectiva Vivenda legislativa. Depois a votação, Moraes expediu o mandado de soltura de Bacellar e determinou o uso de tornozeleira. 

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Primeiro pedido

No dia seguinte a soltura, Bacellar apresentou pedido de licença da Alerj por dez dias, até o início do recesso legislativo no estado, marcado para 19 de dezembro. A justificativa foi para resolver assuntos particulares.

O novo pedido de licença foi apresentado na volta do recesso, na última terça-feira (3), válida até 11 de fevereiro. Com o isolamento de Bacellar, a presidência da Alerj é ocupada pelo deputado Guilherme Delaroli (PL).

Relembre o caso

A Operação Zargun prendeu, em setembro, o portanto deputado estadual TH Joias. TH tinha assumido uma vaga na Alerj porquê suplente, missão que perdeu em seguida a prisão com a volta ao missão do deputado titular.

A prisão de Bacellar, em dezembro, aconteceu enquanto ele prestava prova na sede da PF. A informação interceptada pela PF mostra que, na noite antes de ser recluso, TH Joias procurou Bacellar, a quem chamou de “01”. O portanto presidente da Alerj orientou TH a esconder objetos que poderiam servir de prova. Os dois também se falaram na manhã da operação, antes de TH ser suspenso.

Tornozeleira eletrônica

Por decisão do ministro Alexandre de Moares, Bacellar tem que usar tornozeleira eletrônica e obedecer a algumas restrições, porquê permanecer longínquo da presidência da Alerj, recolhimento domiciliar das 19h às 6h de segunda a sexta-feira e nos finais de semana, feriados e dias de folga, proibição de se enviar com outros investigados, suspensão de porte de arma e entrega de passaporte.

O caso de Bacellar foi para o STF por estar no contexto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida porquê ADPF das Favelas, que investiga a atuação dos principais grupos criminosos violentos no estado.

Manadeira: Sucursal Brasil

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