Pesquisas revelam porquê a falta de sol interfere no ritmo circadiano e o que podemos aprender para viver melhor em dias cinzentos
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Morar num lugar onde o Sol praticamente some do horizonte por semanas parece coisa de ficção, mas acontece e pode nos ensinar muito sobre ritmo circadiano, produtividade e estabilidade entre luz e saúde mental. Pesquisas publicadas em bases científicas reconhecidas porquê a BMC Psychiatry indicam que ciclos extremos de luz e negrume influenciam padrões de sono e bem-estar de forma mensurável.
O que os estudos científicos dizem sobre a negrume prolongada e a saúde do ritmo circadiano?
Pesquisadores da BMC Psychiatry investigaram milhares de moradores de Tromsø, no setentrião da Noruega, que passam por longos períodos de noite polar e descobriram que problemas de sono aumentam no inverno, embora o impacto direto sobre sofrimento mental não seja evidente. Estudos ligados ao ciclo circadiano mostram que a falta de luz procedente afeta a produção de melatonina, o hormônio do sono, e pode provocar alterações no humor e nos níveis de pujança ao longo do dia.
Porquê impor esse conhecimento na rotina de quem vive fora dos polos?
Mesmo que você não more na Noruega ou no Alasca, os princípios valem cá também: luz procedente e rotina de sono estão profundamente conectadas. Tente reservar momentos do dia para pegar sol ou usar lâmpadas de espectro espaçoso pela manhã para “sinalizar” ao cérebro que é hora de despertar e focar. Manter horários regulares de sono ajuda a estabilizar ritmos internos, um tanto forçoso para produtividade.
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Cá vão algumas ideias práticas que moradores em regiões de noite polar usam e que podem servir para qualquer um melhorar foco e bem-estar em dias nublados ou curtos:
Antes de mais zero, pensar em porquê a luz influencia o corpo é útil para potencializar seus resultados diários.
- Lâmpadas de fototerapia ajudam a regular relógio biológico e humor
- Rotina de exercícios matinais mantém pujança mesmo sem sol
- Horários fixos de refeições e sono estabilizam ritmos circadianos
- Exposição à luz procedente sempre que verosímil potencializa foco e humor
Qual é o impacto de viver em ciclos extremos de luz no longo prazo?
A longo prazo, o que parece reptante pode se tornar um estudo vivo sobre adaptação humana. Moradores de latitudes altas ajustam seus hábitos com estratégias que ajudam a manter níveis saudáveis de pujança e até produtividade no trabalho, mesmo nos meses mais escuros. Com planejamento e práticas simples, porquê exposição controlada à luz e horários consistentes, os efeitos negativos podem ser atenuados com sucesso.
Viver onde o sol “desaparece” nos lembra o quanto ritmo circadiano, luz e vida saudável estão conectados. A ciência mostra que, com ajustes na rotina e atenção ao sono e à luz, qualquer um pode melhorar bem-estar e foco, mesmo em dias cinzentos.
Colaboração para o Olhar Do dedo
Roberta Patriota é colaborador no Olhar Do dedo
Colaboração para o Olhar Do dedo
Carlos Emanoel é colaborador no Olhar Do dedo
Manancial: Olhar Do dedo
