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sexta-feira, janeiro 23, 2026

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A cidade que fica três meses sem ver o sol e os efeitos causados

Pesquisas revelam porquê a falta de sol interfere no ritmo circadiano e o que podemos aprender para viver melhor em dias cinzentos

Estudos mostram porquê longos períodos sem luz solar afetam o sono, o ritmo circadiano e o bem-estar – Créditos: depositphotos.com / julia-lav

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Morar num lugar onde o Sol praticamente some do horizonte por semanas parece coisa de ficção, mas acontece e pode nos ensinar muito sobre ritmo circadiano, produtividade e estabilidade entre luz e saúde mental. Pesquisas publicadas em bases científicas reconhecidas porquê a BMC Psychiatry indicam que ciclos extremos de luz e negrume influenciam padrões de sono e bem-estar de forma mensurável.

O que os estudos científicos dizem sobre a negrume prolongada e a saúde do ritmo circadiano?

Pesquisadores da BMC Psychiatry investigaram milhares de moradores de Tromsø, no setentrião da Noruega, que passam por longos períodos de noite polar e descobriram que problemas de sono aumentam no inverno, embora o impacto direto sobre sofrimento mental não seja evidente. Estudos ligados ao ciclo circadiano mostram que a falta de luz procedente afeta a produção de melatonina, o hormônio do sono, e pode provocar alterações no humor e nos níveis de pujança ao longo do dia.

Ciência investiga os efeitos da negrume prolongada na saúde mental e na produtividade humana. – Créditos: depositphotos.com / LiannaArt

Porquê impor esse conhecimento na rotina de quem vive fora dos polos?

Mesmo que você não more na Noruega ou no Alasca, os princípios valem cá também: luz procedente e rotina de sono estão profundamente conectadas. Tente reservar momentos do dia para pegar sol ou usar lâmpadas de espectro espaçoso pela manhã para “sinalizar” ao cérebro que é hora de despertar e focar. Manter horários regulares de sono ajuda a estabilizar ritmos internos, um tanto forçoso para produtividade.

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Cá vão algumas ideias práticas que moradores em regiões de noite polar usam e que podem servir para qualquer um melhorar foco e bem-estar em dias nublados ou curtos:
Antes de mais zero, pensar em porquê a luz influencia o corpo é útil para potencializar seus resultados diários.

  • Lâmpadas de fototerapia ajudam a regular relógio biológico e humor
  • Rotina de exercícios matinais mantém pujança mesmo sem sol
  • Horários fixos de refeições e sono estabilizam ritmos circadianos
  • Exposição à luz procedente sempre que verosímil potencializa foco e humor
Pesquisas em regiões de noite polar revelam a valimento da luz para estabilidade e qualidade de vida – Créditos: depositphotos.com / nektarstock

Qual é o impacto de viver em ciclos extremos de luz no longo prazo?

A longo prazo, o que parece reptante pode se tornar um estudo vivo sobre adaptação humana. Moradores de latitudes altas ajustam seus hábitos com estratégias que ajudam a manter níveis saudáveis de pujança e até produtividade no trabalho, mesmo nos meses mais escuros. Com planejamento e práticas simples, porquê exposição controlada à luz e horários consistentes, os efeitos negativos podem ser atenuados com sucesso.

Viver onde o sol “desaparece” nos lembra o quanto ritmo circadiano, luz e vida saudável estão conectados. A ciência mostra que, com ajustes na rotina e atenção ao sono e à luz, qualquer um pode melhorar bem-estar e foco, mesmo em dias cinzentos.


Colaboração para o Olhar Do dedo

Roberta Patriota é colaborador no Olhar Do dedo

Colaboração para o Olhar Do dedo

Carlos Emanoel é colaborador no Olhar Do dedo


Manancial: Olhar Do dedo

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