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sexta-feira, fevereiro 13, 2026

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Atriz processa governo por “ministra” criada com IA

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A atriz albanesa Anila Bisha entrou na Justiça contra o governo da Albânia posteriormente ter sua imagem e voz utilizadas na geração de uma ministra virtual gerada por lucidez sintético (IA). A ação contesta o uso de seu rosto na personagem “Diella”, apresentada uma vez que integrante do gabinete do primeiro-ministro Edi Ramada durante o início de seu quarto procuração, em setembro.

Diella foi anunciada uma vez que responsável por supervisionar a licença de contratos públicos, com a proposta de ampliar a transparência e combater a devassidão em licitações governamentais. Segundo Bisha, no entanto, ela nunca autorizou que sua figura fosse usada para simbolizar uma integrante virtual do governo, o que teria provocado assédio nas redes sociais e abordagens indesejadas nas ruas.

Disputa sobre uso de imagem

Em entrevista à Reuters, Bisha afirmou que inicialmente pensou se tratar de uma gaudério. “Primeiro fiquei surpresa, sorri e disse que devia ser uma piada”, declarou. A percepção mudou quando passou a ser chamada pelo nome da ministra virtual. “Agora as pessoas me chamam de Diella e me consideram uma vez que mais uma ministra do governo.”

A atriz reconhece que, no ano anterior, autorizou o uso de sua imagem para a geração de uma assistente virtual voltada ao atendimento de cidadãos e empresas em um site governamental. Segundo ela, porém, o consentimento não incluía a utilização de sua identidade uma vez que figura política vinculada diretamente ao gabinete do premiê.

Atriz reconhece que autorizou uso da própria imagem para geração de assistente virtual, porém alega que o consentimento não incluía utilização de sua imagem uma vez que figura política (Imagem: Reprodução/YT)

Bisha também relatou que passou a receber críticas direcionadas ao governo. “Pessoas que não gostam do primeiro-ministro agora também me odeiam”, afirmou.

O governo nega irregularidades. Em resposta à Reuters, o gabinete de prelo classificou o processo uma vez que “sem sentido” e declarou que a questão poderá ser resolvida definitivamente na Justiça.

Leia mais:

Pedido de indenização e decisão judicial

O jurisconsulto da atriz, Aranit Roshi, informou que a ação pede 1 milhão de euros em indenização por violação de dados pessoais. Segundo ele, a legislação prevê multas de até 21 milhões de euros para instituições estatais em casos semelhantes, o que tornaria o valor solicitado proporcional.

A imagem de Diella aparece na primeira risca da lista solene do gabinete no site do governo, ao lado das fotos de Edi Ramada e da vice-premiê Belinda Balluku. Desde dezembro, a imagem pública do governo enfrenta pressão posteriormente uma unidade privativo de criminação indiciar Balluku por suposta interferência em licitações de projetos de infraestrutura. Ela nega as acusações.

A Justiça deve determinar na segunda-feira se determina a suspensão do uso da imagem de Bisha pelo governo.


Manancial: Olhar Do dedo

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