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domingo, janeiro 25, 2026

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Cerca de 300 mil idosos brasileiros têm algum grau de TEA, diz estudo

A prevalência autodeclarada de Transtorno do Espectro Autista (TEA) entre indivíduos com 60 anos ou mais é 0,86%, o que corresponde a aproximadamente 306.836 pessoas. A taxa é ligeiramente maior entre os homens (0,94%) em verificação com as mulheres (0,81%).

A estudo feita pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), com base no Recenseamento Demográfico de 2022.

De contrato com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), tapume de 70 milhões de pessoas no mundo inteiro vivem com qualquer intensidade de TEA, exigência do neurodesenvolvimento caracterizada por dificuldades persistentes na notícia e na interação social.

Embora o TEA seja tipicamente diagnosticado e manifeste seus sinais durante a puerícia, trata-se de uma exigência que permanece ao longo da vida. Em adultos mais velhos o reconhecimento ainda é restringido, tanto no diagnóstico quanto ao entrada a terapias adequadas.

“Do ponto de vista das políticas públicas de saúde, esses dados reforçam a relevância de desenvolver estratégias para a identificação e o espeque a adultos mais velhos com TEA. A prevalência tem desenvolvido nos últimos anos, porém a literatura científica vernáculo e internacional ainda é escassa em relação ao que se sabe sobre o TEA no contexto do envelhecimento”, afirmou a pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde na PUCPR, Uiara Raiana Vargas de Castro Oliveira Ribeiro.

Segundo a pesquisadora, pessoas que envelhecem no espectro tendem a apresentar redução na expectativa de vida e subida prevalência de comorbidades psiquiátricas, uma vez que sofreguidão e depressão, além de maior risco de declínio cognitivo e de condições clínicas, incluindo taxas mais elevadas de doenças cardiovasculares e disfunções metabólicas.

“Dificuldades na notícia, sobrecarga sensorial e rigidez de comportamento podem dificultar ainda mais o entrada à saúde dessa população. Portanto, o conhecimento em torno da prevalência do TEA em pessoas idosas no Brasil é o primeiro passo para compreender suas necessidades e assim subsidiar políticas públicas direcionadas a levante público”, disse.

Diagnóstico tardio

De contrato com a pesquisadora, a identificação do TEA em pessoas idosas é difícil porque algumas manifestações do transtorno uma vez que isolamento social, inflexibilidade, comportamento rígido e interesses restritos podem ser confundidos com características de outros transtornos ou sintomas de sofreguidão, depressão ou demência.

Ou por outra, a falta de profissionais capacitados para a identificação e até as modificações nos critérios podem dificultar o diagnóstico.

“O diagnóstico é frequentemente recebido com consolação, porque o idoso sente que oferece uma explicação para dificuldades interpessoais e sensoriais vivenciadas ao longo da vida, promovendo maior autocompreensão e aprovação”, explicou a profissional.


Manancial: Sucursal Brasil

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