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Se você achava que os anéis inteligentes no dedo eram o limite da tecnologia vestível, prepare-se para o próximo nível. Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desenvolveram um dispositivo inteligente capaz de ser fixado em qualquer cueca ou calcinha para monitorar o microbioma intestinal diretamente na “natividade”: sim, lá mesmo onde o sol não bate.
Embora nos EUA ele tenha sido denominado de “Fitbit para puns”, a inovação funciona uma vez que um monitor de saúde de subida precisão que une miniaturização extrema e perceptibilidade sintético.
Por que monitorar o pum?
Entender uma vez que nossos micróbios reagem à comida em tempo real é um dos maiores desafios da medicina atual. Métodos tradicionais, uma vez que exames de fezes, são lentos e perdem a dinâmica de hora em hora. O hidrogênio, produzido exclusivamente por micróbios durante a levedação de carboidratos, é o sinal-chave.
A grande sacada tecnológica está na concentração: enquanto o hidrogênio no hálito é diluído, no pum ele chega a níveis entre 83.000 e 630.000 ppm, tornando a detecção muito mais sensível.
“É 2026 e não sabemos quantas vezes o americano médio solta puns por dia”, afirma Brantley Hall, pesquisador principal e co-fundador da startup Ventoscity ao The Wall Street Journal. “Precisamos desesperadamente entender qual é a traço de base desses padrões.”
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O dispositivo é um prodígio técnico: um módulo compacto de exclusivamente 26 x 29 x 9 mm que se fixa à segmento externa de qualquer cueca ou calcinha através de um sistema de juntura magnético ou de pressão.
De concórdia com o cláusula publicado na revista “Biosensors and Bioelectronics: X“, o dispositivo conta com:
- Sensores eletroquímicos: utilizam componentes de insignificante consumo para permitir o monitoramento por uma semana inteira.
- Gestão de robustez: o sistema opera em “sono profundo” e só ativa o registro de dados quando detecta um evento de gás.
- Lucidez de uso: sensores de temperatura e acelerômetros garantem que o dispositivo só valide dados quando estiver sendo efetivamente usado.
- Precisão científica: em testes, o sensor detectou mudanças na levedação de fibras com 94,7% de sensibilidade.
O horizonte da saúde
Porquê o pum pode sustar até 20% de hidrogênio (o que o torna inflamável), a equipe criou um simulador de laboratório – uma “bunda sintético” acoplada a tanques de gás – para calibrar e validar cada sensor antes de entregá-lo aos usuários.
As descobertas iniciais já derrubam mitos sobre o corpo humano:
- Subnotificação: enquanto a maioria das pessoas relata soltar entre 10 e 20 puns por dia, o monitoramento real revelou uma média de 32 episódios diários.
- Versatilidade extrema: o estudo registrou desde pessoas com exclusivamente 4 eventos diários até casos com 175, mostrando que cada metabolismo é único.
O objetivo final é ajudar os 40% de adultos que sofrem com problemas digestivos a identificar exatamente quais víveres causam desconforto, transformando o que era tabu em ciência de precisão.
Manancial: Olhar Do dedo
