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domingo, fevereiro 8, 2026

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Dormir mal acelera envelhecimento do cérebro, revela estudo

Segundo os pesquisadores responsáveis pelo trabalho, uma má qualidade do sono também pode salientar o declínio cognitivo

(Imagem: Lysenko Andrii/Shutterstock)

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O sono é um processo ativo e necessário que ajuda a restaurar o corpo e a proteger o cérebro. Quando ele é interrompido, no entanto, nosso organização sente as consequências, que podem ir se acumulando ao longo dos anos.

Diversos trabalhos já apontaram problemas relacionados com noites mal dormidas, em privativo para a saúde cardiovascular. Mas, de pacto com um novo estudo, dormir mal também pode correr o envelhecimento cerebral.

Problemas relacionados ao sono podem trazer graves consequências (Imagem: Pormezz/Shutterstock)

Qualidade do sono foi analisada

  • Durante o trabalho, pesquisadores do Instituto Karolinska, da Suécia, analisaram resultados de exames de sonância magnética do cérebro de 27.500 pessoas do UK Biobank.
  • Dessa forma, conseguiram prezar a idade biológica dos participantes com base em mais de milénio conjuntos de características.
  • A partir disso, também avaliaram a qualidade do sono dos indivíduos, com base em cinco fatores autorrelatados: cronótipo (sendo uma pessoa matutina/noturna), duração do sono, insônia, ronco e devastação diurna. Eles foram logo divididos em três grupos: sono saudável (≥ 4 pontos), sono intermediário (2–3 pontos) ou sono ruim (≤ 1 ponto).
  • As conclusões foram descritas em estudo publicado na revista científica eBioMedicine.

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Sono é um processo fundamental para proteger o nosso cérebro (Imagem: Edit 4 Me/Shutterstock)

Dormir mal também acentua o declínio cognitivo

A equipe afirmou que os resultados fornecem evidências de que a falta de sono pode contribuir para o envelhecimento apressurado do cérebro. Isso também indica que dormir mal acentua o declínio cognitivo, aumentando as chances de desenvolver doenças porquê a demência.

A diferença entre a idade cerebral e a idade cronológica aumentou em murado de seis meses para cada redução de 1 ponto na pontuação de sono saudável. Pessoas com sono ruim tinham cérebros que correspondiam, em média, um ano a mais do que sua idade real.

Abigail Dove, pesquisadora do Instituto Karolinska e líder do estudo

Noites mal dormidas podem cobrar preço no porvir (Imagem: Fizkes/Shutterstock)

Os pesquisadores admitem que o trabalho apresenta algumas limitações. Entre elas está o veste de os resultados se basearem em relatos de sono dos próprios participantes, o que pode levar a inconsistências nas conclusões apresentadas.


Colaboração para o Olhar Do dedo

Alessandro Di Lorenzo é formado em Jornalismo pela Universidade Federalista do Rio Grande do Sul (UFRGS) e atua na dimensão desde 2014. Trabalhou nas redações da BandNews FM em Porto Prazenteiro e em São Paulo.


Nascente: Olhar Do dedo

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