Desenvolvedores chineses de lucidez sintético (IA) admitem que não conseguem superar os Estados Unidos sem aproximação a chips mais avançados, segundo o Wall Street Journal. Apesar dos avanços em software e eficiência, a falta de chips de ponta virou o principal travanca para a desejo da China na corrida da IA.
As restrições impostas por Washington ao aproximação a chips de última geração redesenham o jogo ao criarem vantagem estrutural para empresas americanas. Enquanto os EUA concentram poder computacional e investimento pesado em desenvolvimento das IAs mais avançadas do mundo, companhias chinesas buscam alternativas improvisadas para não ficarem para trás.
Falta de chips de ponta virou o maior gargalo da IA chinesa
Pesquisadores e executivos do setor reconhecem que o déficit de hardware avançado limita o ritmo de evolução da IA na China. A avaliação é que, mesmo com bons engenheiros e modelos cada vez mais eficientes, sem poder computacional equivalente o país não consegue competir no mesmo patamar dos americanos.
O problema ficou evidente com o lançamento da risco Rubin de chips da Nvidia. Nenhuma empresa chinesa apareceu entre os clientes anunciados porque regras dos EUA bloqueiam vendas diretas. Uma vez que saída, companhias chinesas passaram a negociar o aluguel de capacidade computacional em data centers do Sudeste Asiático e do Oriente Médio. É uma solução lítico, mas face, limitada e operacionalmente complexa.
A diferença de investimento amplia esse descompasso. Analistas estimam que o gasto combinado das grandes empresas de internet da China com infraestrutura e IA chegou a US$ 57 bilhões (aproximadamente R$ 307 bilhões) em 2025. Para você ter teoria: esse número equivale a respeito de um décimo do volume investido por pares americanos. Isso significa menos chips, menos testes e menos fôlego para pesquisas de longo prazo, justamente onde os EUA concentram esforços.
Ainda assim, a China não está fora do jogo. Empresas porquê DeepSeek, Zhipu e MiniMax mostraram capacidade de adaptação ao publicarem técnicas que reduzem a subordinação de hardware e até influenciam pesquisadores ocidentais. Porém, o progresso tem limite: chips domésticos ainda não entregam desempenho suficiente; e até liberações pontuais de modelos mais antigos, porquê o H200, são vistas porquê insuficientes para treinar IA de última geração. O resultado é um cenário no qual a China avança, mas sob o risco de ver a intervalo para os EUA aumentar.
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Manadeira: Olhar Do dedo
