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domingo, janeiro 25, 2026

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Ministério da Saúde decide não incorporar vacina herpes-zóster ao SUS

O Ministério da Saúde decidiu não incorporar a vacina para a prevenção de herpes-zóster ao Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão está em portaria publicada no Quotidiano Solene da União (DOU).

De convenção com relatório divulgado pela Percentagem Pátrio de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), disponível online, a vacina foi considerada faceta diante do impacto que poderia ter em relação ao combate a doença.

A vacina recombinante adjuvada para prevenção do herpes-zóster é voltada para idosos com idade maior ou igual a 80 anos e indivíduos imunocomprometidos com idade maior ou igual a 18 anos.

“O Comitê de Medicamentos reconheceu a valia da vacina para a prevenção do herpes-zóster, mas destacou que considerações adicionais sobre a oferta de preço precisam ser negociadas, de modo a perceber um valor com impacto orçamentário sustentável para o SUS”, afirma o relatório.

O relatório apresenta também um cômputo dos custos em relação a população que seria beneficiada pelo imunizante. “Ao vacinar 1,5 milhão de pacientes por ano, o dispêndio seria de R$ 1,2 bilhão por ano e, no quinto ano, a vacinação dos 471 milénio pacientes restantes com um dispêndio de R$ 380 milhões. Ao final de cinco anos, o investimento totalidade seria de R$ 5,2 bilhões. Dessa forma, a vacina foi considerada não custoefetiva”, diz o texto publicado.

Segundo a portaria publicada nesta semana, a material poderá ser submetida a novo processo de avaliação pela Conitec, caso sejam apresentados fatos novos que possam mudar o resultado da estudo efetuada.

Herpes-zóster

O herpes-zóster é uma requisito de saúde causada pelo vírus varicela-zóster, o mesmo que justificação a catapora. Quando a pessoa tem catapora, o vírus permanece no organização e pode ser reativado ao longo da vida, ocasionando o herpes-zóster. Essa reativação é mais geral em pessoas idosas ou com a isenção baixa.

Os primeiros sintomas são queimação, sarna, sensibilidade na pele, febre baixa e cansaço. Depois de um ou dois dias, surgem manchas vermelhas que evoluem para pequenas bolhas cheias de líquido. Essas bolhas podem secar e formar crostas. As lesões aparecem em exclusivamente um lado do corpo e seguem o caminho de um tendão, o que dá ao herpes-zóster seu paisagem característico. As áreas mais afetadas costumam ser o tronco, a face, a lombar e o pescoço. Esse processo dura tapume de duas a três semanas.

Segundo informações do relatório divulgado pela Conitec, o herpes-zóster geralmente melhora sozinho, mas em alguns casos pode provocar complicações graves, uma vez que alterações na pele, no sistema nervoso, nos olhos e nos ouvidos.

Tratamento no SUS

Nos casos leves e sem risco de agravamento, o SUS oferece tratamento sintomático com remédios para mitigar a dor, febre e sarna, além de orientações de higiene e cuidados com a pele. Quando o risco é maior, uma vez que em pessoas idosas, imunocomprometidas ou com doença grave, recomenda-se o uso do antiviral aciclovir.

De convenção com dados dos Sistemas de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) e hospitalares (SIH/SUS), entre 2008 a 2024, foram registrados 85.888 atendimentos ambulatoriais e 30.801 internações de pacientes com herpes-zóster no Brasil.

Segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do SUS, entre os anos de 2007 e 2023, 1.567 pessoas morreram por herpes-zóster no país, o que representou uma taxa de mortalidade pela doença de 0,05 óbitos por 100 milénio habitantes no período. Do totalidade de óbitos registrados, 90% foram de pessoas com idade maior ou igual a 50 anos, sendo 53,4% em idosos mais de 80 anos de idade.

Natividade: Sucursal Brasil

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