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quarta-feira, fevereiro 4, 2026

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Nova e minúscula espécie remodela árvore genealógica dos dinossauros  

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Um cláusula publicado na revista Papers in Palaeontology descreve uma espécie até portanto desconhecida, de pequeno porte, cuja invenção ajuda a reinterpretar a evolução dos dinossauros herbívoros do período Cretáceo. Batizada de Foskeia pelendonum, ela destaca a relevância de formas diminutas no desenvolvimento e diversificação do grupo.

A invenção envolve pelo menos cinco fósseis individuais encontrados na Formação Castrillo de la Reina, no setentrião da Espanha. Os sobras são formados por ossos muito pequenos, o que inicialmente levantou dúvidas entre os pesquisadores. A principal questão era saber se aqueles fragmentos pertenciam a filhotes de dinossauros grandes ou a adultos de uma espécie naturalmente minúscula.

Em resumo:

  • Novidade espécie minúscula redefine evolução dos dinossauros herbívoros cretáceos;
  • Fósseis na Espanha levantaram incerteza entre filhotes grandes ou adultos pequenos;
  • Tomografia revelou espécime adulto, confirmando espécie naturalmente diminuta;
  • Anatomia incomum mostra miniaturização associada a subida especialização evolutiva;
  • Descoberta preenche vazio fóssil e destaca valia de dinossauros pequenos.
Reconstrução do dedo do crânio de F. pelendonum. Crédito: Dieudonné et al. 2026

Um filhote grande ou um adulto pequeno

Quando os primeiros ossos foram identificados, em 1998, não havia informações suficientes para uma peroração definitiva. Dinossauros pequenos costumam confundir os cientistas, pois juvenis e adultos de espécies distintas podem ter tamanhos semelhantes. Com o passar do tempo, novas escavações revelaram mais materiais, permitindo uma estudo mais completa do conjunto.

O progresso decisivo veio com o uso de tomografia computadorizada de subida solução. Essa técnica permitiu examinar a estrutura interna dos ossos sem danificá-los. A equipe liderada por Paul-Émile Dieudonné, da Universidade Vernáculo de Río Preto, concluiu que pelo menos um dos espécimes era um adulto sexualmente maduro que teria tapume de meio metro de fundura.

O nome faz referência aos pelendonos, um povo celta que habitava a região da invenção na Antiguidade. A sentença pode ser traduzida porquê “forrageador pelendono ligeiro”, destacando tanto o comportamento cevar quanto o pequeno porte do bicho.

Imagem composta do esqueleto do pé de Foskeia pelendonum, a localidade da invenção e uma conferência de tamanho com um ser humano. Crédito: Dieudonné et al. 2026

Além do tamanho reduzido, a espécie apresenta características anatômicas incomuns. Os dentes, a mandíbula e as patas traseiras têm formas diferentes das observadas em outros ornitópodes conhecidos. O estudo descreve essas estruturas em detalhes, pois elas são essenciais para entender porquê o bicho se alimentava e se locomovia.

Um trabalho publicado em 2016 já havia analisado secção desses fósseis, mas sem definir uma novidade espécie. Na idade, os autores sugeriram uma relação próxima com o Muttaburrasaurus, um dinossauro encontrado na Austrália. A conferência chamou atenção pela enorme diferença de graduação entre os dois animais.

O Muttaburrasaurus podia inferir tapume de oito metros de comprimento e tarar várias toneladas. Já o Foskeia pelendonum está entre os menores ornitópodes já identificados. Para os cientistas, essa disparidade mostra que a evolução do grupo não seguiu somente o caminho do aumento de tamanho.

Leia mais:

Novo dinossauro preenche vazio de 70 milhões de anos no registro fóssil

Segundo Marcos Becerra, da Universidade Vernáculo de Córdoba, o pequeno porte não significa simplicidade. Em um enviado, ele destaca que o crânio da espécie é altamente especializado, indicando uma longa história evolutiva. Essa combinação de miniaturização e dificuldade desafia ideias antigas sobre a evolução dos dinossauros.

Trajetória de propagação da espécie Foskeia pelendonum, comparada à de uma penosa adulta. Essa trajetória baseia-se em elementos ósseos de tamanhos diferentes e em sua histologia. Observe os membros anteriores proporcionalmente menores nos indivíduos mais maduros. Crédito: Dieudonné et al. 2026

Os pesquisadores afirmam que a novidade espécie ajuda a preencher uma vazio de tapume de 70 milhões de anos no registro fóssil. Segundo eles, o bicho não é somente uma versão reduzida de outros dinossauros, mas uma peça-chave para entender a origem de diferentes linhagens.

Outro paisagem curioso é o modo de locomoção. Evidências indicam que o Foskeia caminhava sobre quatro patas quando jovem e só adotava o bipedalismo mais tarde. Outrossim, estudos sugerem que seu metabolismo era relativamente proeminente, semelhante ao de pequenos mamíferos ou aves atuais.

Os autores classificam a espécie no grupo Rhabdodontomorpha e defendem que ela representa uma das primeiras ramificações desse ramo evolutivo. Também a consideram herbívora, embora essa classificação ainda gere debate entre especialistas. Para sobreviver em um envolvente repleto de predadores, o pequeno dinossauro provavelmente dependia de velocidade e desembaraço em florestas densas.

Para Dieudonné, a invenção reforça a valia de fósseis modestos. Segundo ele, a evolução não experimentou somente com gigantes, mas também com formas pequenas e discretas. Prestar atenção a esses achados pode revelar capítulos inteiros da história dos dinossauros que ainda permanecem ocultos.


Manancial: Olhar Do dedo

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