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sexta-feira, fevereiro 13, 2026

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Óculos da Meta está perto de ganhar reconhecimento facial

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A Meta planeja incorporar tecnologia de reconhecimento facial aos seus óculos inteligentes ainda nascente ano. A informação foi revelada por quatro pessoas envolvidas nas discussões internas, que falaram sob exigência de anonimato por se tratar de planos confidenciais. A funcionalidade, chamada internamente de “Name Tag”, permitiria identificar pessoas e exibir informações sobre elas por meio do assistente de perceptibilidade sintético (IA) da empresa.

A iniciativa marca uma retomada da tecnologia, que havia sido desativada no Facebook há cinco anos devido a preocupações com privacidade e questões legais. Agora, a companhia avalia formas de relançar o recurso nos dispositivos desenvolvidos em parceria com a EssilorLuxottica, trabalhador das marcas Ray-Ban e Oakley.

(Imagem: Divulgação/Meta)

Reconhecimento facial nos óculos

Segundo um documento interno de maio, ao qual o The New York Times teve entrada, a Meta discute desde o início do ano pretérito porquê lançar a funcionalidade diante dos “riscos de segurança e privacidade”. O projecto inicial previa disponibilizar o recurso primeiro a participantes de uma conferência voltada a pessoas cegas, o que não ocorreu em 2024.

O reconhecimento facial nos óculos permitiria identificar pessoas conhecidas do usuário em plataformas da Meta ou indivíduos com contas públicas em serviços porquê o Instagram. De harmonia com duas fontes familiarizadas com o projeto, a instrumento não funcionaria porquê um sistema universal para pesquisar qualquer pessoa encontrada na rua.

A instrumento não funcionaria porquê um sistema para pesquisar qualquer pessoa encontrada na rua, o que representaria uma ameaço à privacidade (Imagem: Gorodenkoff / Shutterstock.com)

A empresa afirmou, em nota ao NYT, que ainda avalia possibilidades e que adotará uma abordagem cuidadosa antes de lançar qualquer funcionalidade.

Leia mais:

Histórico de controvérsias e revisão de privacidade

A Meta já havia considerado incluir reconhecimento facial na primeira versão de seus óculos Ray-Ban, em 2021, mas recuou diante de desafios técnicos e preocupações éticas. Agora, retoma os estudos enquanto seus óculos inteligentes, desenvolvidos em parceria com a EssilorLuxottica, registram poderoso desempenho mercantil. A trabalhador informou ter vendido mais de sete milhões de unidades no ano pretérito.

Em memorando interno da ramificação Reality Labs, a empresa avaliou que o envolvente político nos Estados Unidos poderia reduzir a pressão de grupos críticos no momento do lançamento. O documento apontava que o cenário dinâmico desviaria a atenção de organizações da sociedade social que tradicionalmente contestam esse tipo de tecnologia.

O uso de reconhecimento facial em espaços públicos é intuito de críticas recorrentes de entidades de direitos civis. Nathan Freed Wessler, da American Social Liberties Union, afirmou que a tecnologia representa ameaço à anonimidade prática nas ruas e pode ser intuito de abusos.

Meta fechou harmonia em 2019 para fechar ação do FTC contra o Facebook por questões de privacidade (Imagem: mundissima / Shutterstock.com)

Nos últimos anos, a Meta pagou US$ 2 bilhões para fechar processos em Illinois e Texas relacionados à coleta de dados faciais sem consentimento em seu sistema anterior. Em 2019, o Facebook também desembolsou US$ 5 bilhões para fechar ação movida pela Federalista Trade Commission (FTC) sobre violações de privacidade.


Manancial: Olhar Do dedo

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