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quarta-feira, fevereiro 4, 2026

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Saúde anuncia 3 mil vagas de residência e 900 para especialistas

O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (3) edital para a oferta de 3 milénio vagas de residência médica. Com a contratação, o governo federalista passa a responder por mais de 60% do totalidade de residentes no país, o equivalente a 35 milénio profissionais. O investimento, segundo a pasta, será de R$ 3 bilhões.

Em nota, o ministério informou que as bolsas financiadas pelo governo federalista serão voltadas para áreas classificadas uma vez que prioritárias dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). A estratégia, segundo a pasta, consiste em ampliar a oferta e a distribuição desses profissionais no país.

“Com essa política, que integra o programa Agora Tem Especialistas, a pasta foi responsável, em conjunto com o Ministério da Ensino, pela geração de 806 novos programas de residência médica, impactando na ampliação da formação de médicos especialistas no país”, informa o ministério.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, ao longo do último ano, houve um prolongamento de muro de 15% no número de vagas em cirurgia oncológica e em neurologia pediátrica. Em oftalmologia, o prolongamento foi de 14% e em radioterapia, de 10%.

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Especialistas

A pasta lançou ainda edital que prevê a seleção de 900 médicos especialistas, distribuídos em 16 especialidades prioritárias, uma vez que anestesiologia, cirurgia universal, radiologia, mastologia, ginecologia e oncologia clínica. O foco de atuação dos profissionais serão regiões remotas, de subida demanda e maior vulnerabilidade social.

“Atualmente, são 583 médicos especialistas atuando no programa em todas as regiões do país e, com o novo edital, a expectativa é chegar a 1.500 profissionais. A maior secção atua no interno (48,7%) e nas regiões metropolitanas (34%)”, informou a pasta.

Em coletiva de prensa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que não se tratam de ações isoladas, mas de uma série de políticas voltadas para a formação profissional em saúde, em parceria com o Ministério da Ensino.

“Estamos enfrentando dois grandes desafios no Sistema Único de Saúde do nosso país hoje. O primeiro é a própria formação profissional, em privativo, dos profissionais de ensino superior em saúde, a formação especializada. Tanto a especialização, a residência médica, quanto a formação multiprofissional”, explicou.

“A gente não faz sistema de saúde sem bons profissionais formados, sem qualificação permanente, sem atualização permanente desses profissionais. E sem as nossas instituições formadoras se abrirem para isso”, disse Padilha.

Nascente: Sucursal Brasil

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