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sábado, fevereiro 7, 2026

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Sol dispara duas explosões violentas em direção à Terra

Pouco antes do amanhecer de domingo (9), por volta das 4h (pelo horário de Brasília), foi registrada uma erupção solar de classe X1.8 – o tipo mais poderoso. O fenômeno ocorreu na mancha solar AR4274, uma região ativa próxima ao núcleo da face visível da estrela. A explosão provocou um apagão de rádio que afetou comunicações de subida frequência em todo o lado iluminado da Terreno.

A erupção lançou uma ejeção de tamanho coronal (CME) em direção ao planeta, observada porquê um halo pelo coronógrafo LASCO C2. Esse instrumento fica a bordo do Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) – satélite da NASA em parceria com a Filial Espacial Europeia (ESA) – e bloqueia a luz direta do Sol para permitir a reparo da grinalda externa.

A região magneticamente complexa AR4274 produziu uma erupção de magnitude 1.8 em 9 de novembro e 2025, lançando um jato de material solar diretamente para a Terreno, conforme indicado pelo efeito de halo (aro) da CME observado no coronógrafo LASCO C2 do SOHO. Isso também é consistente com a vaga coronal ou EIT observada se movendo sobre a superfície solar. Crédito: SDO/NASA e JHelioviewer via EarthSky.org

De entendimento com o guia de reparo EarthSky.org, ao mesmo tempo, uma vaga coronal se espalhou pela superfície do Sol, porquê um grande “tsunami” de vontade magnética. No término de semana, a região AR4274 também gerou várias erupções menores de classe C, indicando que a atividade solar naquele ponto estava muito intensa.

As ondas coronais (ondas solares extremas vistas em ultravioleta, ou EIT, na {sigla} em inglês), são grandes perturbações que se propagam pela atmosfera externa do Sol. Elas carregam vontade magnética e partículas e podem desencadear ejeções de tamanho coronal ou intensificar tempestades geomagnéticas na Terreno.

Pouco mais de 24 horas depois, a mesma região AR4274 entrou em erupção com uma poderosa labareda X1.2, às 5h55 da manhã desta segunda-feira (10). Essa segunda explosão foi acompanhada por uma CME, cuja estudo está em curso para ordenar um potencial de impacto na Terreno. 

A erupção solar X1.2 lançada da região ativa AR4274 pouco mais de 24 horas depois a outra explosão do tipo X. O segundo evento também produziu uma CME direcionada à Terreno, que ainda está sob estudo. Crédito: SDO/NASA e JHelioviewer via EarthSky.org

Explosões solares provocam apagão de rádio na Terreno

O apagão de rádio resultante do primeiro evento, que atingiu nível R3 (considerado potente na graduação da Gestão Vernáculo Oceânica e Atmosférica dos EUA – NOAA), interrompeu comunicações por mais de uma hora. Rotas aéreas sobre o Oceano Pacífico e operações de rádio marítimas no Oceano Índico foram mormente afetadas.

A explosão desta manhã também provocou um apagão de rádio de intensidade R3, que interrompeu as comunicações de subida frequência principalmente nas operações marítimas e nas rotas aéreas sobre o sul da África por muro de 30 minutos.

Especialistas alertam que esse tipo de evento pode gerar impactos em sistemas de navegação, satélites e transmissões de rádio.

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Além desses dois episódios, a mancha AR4274 produziu outras oito erupções de classe C, ao longo de 24 horas. Esses eventos menores, embora menos intensos, indicam uma subida atividade solar sustentada.

E não foi somente essa mancha solar que explodiu. A AR4276 registrou uma erupção de classe M6.3, enquanto a AR4277 produziu três eventos de classe C. Para completar, uma erupção suplementar de classe M4.0 teve origem em uma região ainda não identificada. No totalidade, foram observadas 15 erupções solares desde sábado (8).

Enquanto isso, o campo magnético da Terreno mostrou sinais de instabilidade, elevando o risco de tempestades geomagnéticas. Nos próximos dias, os especialistas seguem monitorando a região AR4274, que permanece próxima ao núcleo do Sol e ainda pode desencadear novas CMEs.

Sol tem cinco regiões propensas a explodir em direção à Terreno

A face solar voltada para a Terreno apresentava cinco regiões ativas numeradas:

  • AR4274, que se manteve porquê a maior e mais complexa, com feição magnética beta-gama-delta;
  • AR4276, de feição beta-gama, que mostrou incremento ligeiro e intensificação da atividade;
  • AR4277 (beta), que registrou atividade moderada, produzindo três flares de classe C;
  • AR4278 (beta), que permaneceu menor e simples, com poucos eventos de classe C.

As demais regiões tiveram pouca ou nenhuma atividade, com campos magnéticos estáveis e sem produção significativa de erupções solares. O monitoramento contínuo dessas regiões é fundamental para prever novos fenômenos e proteger sistemas sensíveis na Terreno.

Imagem mostra a atividade solar – com as regiões mais ativas rotuladas – à meia-noite do dia 10 de novembro de 2025, vista do Observatório Solar de Learmonth, na Austrália. Crédito: Programa Sinóptico Integrado do Observatório Solar Vernáculo (NSO), operado pela Associação de Universidades para Pesquisa em Astronomia (AURA) via EarthSky.org

Fenômenos de classe X não acontecem com frequência, mas podem ocasionar impactos significativos em satélites, comunicações e redes elétricas. A reparo uniforme do Sol permite que cientistas antecipem possíveis distúrbios geomagnéticos na Terreno. Para o público em universal, esses eventos costumam ser muito interessantes, ao provocar auroras intensas visíveis em regiões mais ao setentrião (boreais) ou ao sul (austrais) do orbe.

Vamos entender:

  • O Sol tem um ciclo de 11 anos de atividade;
  • Ele está atualmente no que os astrônomos chamam de Ciclo Solar 25;
  • Esse número se refere aos ciclos que foram acompanhados de perto pelos cientistas;
  • No auge dos ciclos solares, o planeta tem uma série de manchas na superfície, que representam concentrações de vontade;
  • À medida que as linhas magnéticas se emaranham nas manchas solares, elas podem “estalar” e gerar rajadas de vento;
  • De entendimento com a NASA, essas rajadas são explosões massivas do Sol que disparam partículas carregadas de radiação para fora da estrela em jatos de plasma (também chamados de “ejeção de tamanho coronal” – CME);
  • As explosões são classificadas em um sistema de letras – A, B, C, M e X – com base na intensidade dos raios-X que elas liberam, com cada nível tendo 10 vezes a intensidade do anterior;
  • A classe X denota os clarões de maior intensidade, enquanto o número fornece mais informações sobre sua força;
  • Um X2 é duas vezes mais potente que um X1, um X3 é três vezes mais potente, e, assim, sucessivamente;
  • Porquê o Sol dá uma volta em seu próprio eixo a cada 27 dias, as manchas solares desaparecem de vista por determinado período, voltando em seguida a ser visíveis para a Terreno.


Manadeira: Olhar Do dedo

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