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segunda-feira, janeiro 26, 2026

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Veja dicas de cuidados com crianças nas férias para evitar acidentes

As mudanças no dia a dia das crianças durante as férias escolares combinam uma rotina mais livre, com novas atividades e menor supervisão direta, trazendo desafios para os pais e responsáveis.

Especialistas ouvidos pela Sucursal Brasil dão dicas e recomendações simples de cuidados para evitar acidentes em lar ou em outros lugares, durante esta era que começa em meados de dezembro e vai até fevereiro, variando em cada estado e município.

“A gente tem aí esse repto de entreter as crianças e ocupá-las no período de férias. As famílias acabam entrando em programações onde os pais tiram também suas férias e propõem alguma atividade extra para as crianças. Portanto, o primeiro repto é o sítio onde serão realizadas essas novas atividades para ir ocupando as crianças e para elas se divertirem”, destacou o pediatra e alergista do Hospital Santa Catarina – Paulista, Josemar Lídio de Matos.

De congraçamento com Matos, a primeira dica é estar sisudo se os locais escolhidos para a graçola oferecem o mínimo de segurança. 

“Se vai a um parquinho dissemelhante, é preciso ver se é um parquinho em que os brinquedos estão conservados, são seguros, se tem um piso que absorve impacto em caso de queda. Se, eventualmente, a família frequentar clubes, hotéis, deve-se averiguar se oferecem sistemas de segurança, porquê rede nas janelas, proteção de piscinas para que os pequenos não caiam, se a espaço da piscina está isolada”.

Riscos

Segundo o pediatra, os riscos devem ser medidos conforme a idade da rapaz. Em crianças de até 3 anos de idade, os principais riscos podem estar até mesmo dentro de lar, porquê o risco de queda.

“É a queda do sofá, é a queda da leito. A família viaja para uma lar e aí, na hora de dormir, não vai ter o princípio da rapaz. Ela dorme em uma leito mais subida, cai e bate a cabeça. São os traumas”.

Josemar Lídio de Matos cita também os riscos de queimaduras: “O bebê vai lá, puxa alguma coisa, puxa uma panela quente, puxa um prato que está com alguma coisa que acabou de trespassar do forno”.

Às queimaduras, segue-se o risco de intoxicação por ingestão de produtos de limpeza, por exemplo, que não deveriam estar ao alcance da rapaz.

O pediatra explica que quando se trata de crianças maiores, os mecanismos de traumatismo são resultantes da própria virilidade das crianças que se expõem a riscos de queda, por exemplo, ao caminhar em aparelhos sobre rodas, porquê bicicletas, skates e patins.

Lídio de Matos recomenda aos pais que fiquem atentos e garantam equipamentos de proteção porquê cimeira, cotoveleiras e joelheiras adequados à idade da rapaz: “E sempre sob supervisão de um adulto”.

Ao alugar uma residência para passar as férias, os pais têm que verificar se os brinquedos que eventualmente estejam nessa lar são apropriados para a rapaz e se contêm peças pequenas que oferecem risco de sufoco, por exemplo.

“Se tiver um playground, deve-se verificar que brinquedos são aqueles, se estão muito conservados, se não têm risco de a rapaz escorregar, de o brinquedo quebrar enquanto ela estiver brincando e desabar”.

O pediatra também alerta para os riscos de afogamento em locais com piscina ou praia. Nesse sentido, ele recomenda checar se há proteção sobre a piscina e que os pequenos não acessem esses locais sem supervisão de um adulto. 

A pediatra Patricia Rolli, que também trabalha no Hospital Santa Catarina, labareda a atenção para a valor de os pais estarem atentos, já que basta um segundo de distração para um potencial risco aos pequenos. 

“O acidente acontece em segundos. Basta um momento de desatenção para que a rapaz fique em transe”. 

Diálogo

Para as crianças maiores, a orientação do pediatra Lídio de Matos é que os pais estimulem sempre o diálogo. Assim, ao programar um passeio no shopping, por exemplo, é importante explicar para os pequenos os riscos de se perder dos pais, e porquê proceder nessas situações: procurar um adulto confiável, explicar a situação e pedir ajuda. “Esse hábito cotidiano deve ser posto em prática nas férias, porque é uma coisa que foge da rotina.”

“Quando os adultos seguem regras de segurança no trânsito e na hora do lazer, as crianças reproduzem esse comportamento naturalmente. Ensinar porquê agir em situações de risco, porquê pedir ajuda, reconhecer perigos e memorizar números de emergência, também contribui para uma rotina mais segura”, lembra a pediatra Patricia Rolli.

Uma vez que as crianças vão fazer atividades diferentes das habituais e, muitas vezes, em locais diferentes, os pais já devem incutir nos filhos algumas regras de segurança. “Por exemplo, a família chegou na praia. Deve-se ensinar a rapaz a entender as sinalizações dos guarda-vidas sobre o mar. E o adulto também não pode violar a placa. Isso ajuda bastante. É o adulto dando o exemplo”, salientou Josemar de Matos.

Outra recomendação é dar dicas de localização para a rapaz, pedir que não se distancie muito do sítio escolhido e mostrar pontos de referência claros.

Uma dica da pediatra Patrícia Rolli é escolher roupas chamativas para as crianças ao se frequentar locais com muita gente. “Uma rapaz com uma roupa em um tom pastel meio que se apaga na chuva, na areia. É muito mais difícil de o adulto localizar à intervalo, de estar monitorando o tempo inteiro onde está essa rapaz”. Daí, a valor de sempre usar cores muito fortes e chamativas nas crianças, para que elas estejam sempre no radar do adulto responsável.

Manancial: Sucursal Brasil

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